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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Cadarços sujos

Em uma instituição prestadora de serviços na área da saúde, os colaboradores/funcionários usam uniformes verdes e tênis brancos. Certo dia uma funcionária chega ao trabalho e recebe uma repreensão do gerente da instituição porque ela estava usando um tênis com os cadarços sujos. De imediato ela reage bruscamente com o gerente, dizendo-lhe que ela não tem contato com os clientes. O gerente, educadamente, diz que quando ela sai à rua, por exemplo, com o crachá da instituição ou quando caminha pelos corredores da organização, os clientes atuais e potenciais prestam atenção nos “sinais” dos funcionários, principalmente, quando trabalham na área da saúde e, portanto, ela precisava limpar os cadarços sujos do tênis. A funcionária pensou... e, percebeu que ele tinha razão. 
Moral da história: pensem sempre nos clientes, “sinais” são fundamentais para afastar clientes, em particular, nas instituições que prestam serviços na área da saúde.

sábado, 13 de novembro de 2010

As mesas redondas da rede Starbucks

O notável sucesso da rede Starbucks é resultado não só da qualidade consistente e da variedade inovadora de seus cafés, mas também do espaço relaxante de suas instalações, onde os clientes podem desfrutar a companhia de amigos ou descansar agradavelmente a sós.

As mesas são dispostas relativamente afastadas umas das outras, de modo que os clientes podem conversar com privacidade ou ficar sozinhos com seus pensamentos. No meu caso uso o notebook para atualizar minha correspondência quando estou no exterior. As mesas da Starbucks são redondas pelo fato de pesquisas indicarem que os clientes que desejam estar a sós sentem-se psicologicamente mais confortáveis em uma mesa redonda do que numa quadrada.

A “história” do caminhão



“Existe uma história a respeito de um caminhão enorme que ao tentar passar por um viaduto ficou entalado na entrada. Engenheiros e outros especialistas discutiram horas o melhor jeito de remover o caminhão sem causar maiores danos. Depois de observar a situação da janela de um carro próximo, uma garotinha disse então para um dos engenheiros: ´Ei, senhor, porque não esvazia os pneus´.

Moral da história: a simplicidade é o máximo da sofisticação.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Os Shinkansen – Trens-Bala

A rede ferroviária do Japão é a melhor do mundo em termos de segurança, eficiência e conforto. Os trens que ligam grandes cidades costumam ter anúncios em telas digitais tanto em japonês quanto em inglês. Nas áreas rurais, o nome das estações pode não ser traduzido, mas funcionários da linha e o público em geral tentam ajudar os estrangeiros.

Os shinkansen (trens-bala) é motivo de orgulho nacional. Foi inaugurado durante as Olimpíadas de Tokyo em 1964. É notória a eficiência cronometrada em minutos. Anúncios em inglês e indicações claras fazem dos shinkansen uma forma irristível de transporte para os visitantes. É recomendável reservar o assento, pois os vagões não reservados podem durante a semana ficar lotados.

Por exemplo: Após nosso passeio pelo Monte Fuji e Hakone tomamos o trem-bala em Odawara Sta. às 19h14mim e chegamos em Mishima Sta. As 19h31mim. Em seguida, tomamos outro trem de Mishima Sta. Que saiu as 19h48mim e chegamos em Kyoto Sta. As 21h58mim. É realmente impressionante a precisão dos horários.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Monte Fuji e Hakone – Japão

Monte Fuji: Com 3.776m, o Monte Fuji (ou Fujisan) é o pico mais alto do Japão, com o cume coberto de neve acima do topo das montanhas e nuvens baixas. Inativo desde 1707, o vulcão entrou em erupção há 8.000 – 10.000 anos. Há cem 100 anos, o Fuji era considerado tão sagrado que só monges e peregrinos podiam subi-lo. Hoje o número de peregrinos é menor do que o de alpinistas.

A forma simétrica do Monte Fuji, a mudança de seu aspecto nas diferentes estações e horas do dia, e sua predominância sobre a paisagem fez dele um símbolo do Japão e um assunto muito popular para os artistas. Perto do Fuji existe o Santuário Sengen Jinja que fica localizado na borda da cratera. O relicário interior desse santuário é dedicado à divindade da montanha.

Hakone: Após a visita ao Monte Fuji almoçamos em Hakone, uma pequena cidade – muito bonita, que fica localizada nos Cinco Lagos Fuji. Depois do almoço fizemos um mini cruzeiro pelo lago Ashi e uma visita ao Monte Komagatake. Em princípio a ida a este monte seria através de teleférico, no entanto, no momento de tomarmos o teleférico estava ventando muito e chovendo levemente. A segurança do equipamento proibiu a subida do teleférico. Então, fizemos de ônibus. Paisagens muito bonitas. 














domingo, 7 de novembro de 2010

Nara – Japão

Nara conhecida como Heijo-kyo (cidade da paz) foi fundada em 710 na planície de Yamato. É uma das cidades mais lindas da Ásia e já foi a capital do Japão.

Com montanhas, florestas, templos e alguns dos mais antigos edifícios de madeira, Nara ainda é um símbolo de tranqüilidade. O formato retangular das ruas da cidade, baseada na antiga cidade chinesa Chang-na, mostra a sabedoria dos chineses no que se refere ao planejamento urbano.

Entre as várias atrações de Nara destacamos:

Parque de Nara: com uma área de 526 hectares abriga a maioria dos templos. Mais de 1.000 cervos mansos (shika), considerados mensageiros dos deuses perambulam pelo parque.

Templo Kofuku-ji: chega-se ao templo a partir do lago Sarusawa, por uma escadaria edificada no ano 669. O pagode de cinco andares, de 1436, já foi incendiado cinco vezes. O Salão Dourado do Leste do templo, com várias estátuas valiosas, é da mesma época. Na Casa do Tesouro pode ser admirado um dos mais importantes acervos japoneses de arte budista, com tesouros como uma estátua de Ashura do século 8º.

Grande Santuário Kasuga: são um dos mais conhecidos centros xintoístas. A construção inicial foi concluída em 710, mas de acordo com as normas de pureza e renovação que orientavam as crenças xintoístas, a estrutura, como no grande santuário Ise, é demolida e reconstruída a cada 20 anos. Isso se repetiu 50 vezes ao longo do século, mas a estrutura atual está preservada desde 1863. Na chegada ao santuário e nas passarelas pintadas de vermelho podem ser vistas três mil lanternas de bronze e pedra, que formam um espetáculo esplêndido quando estão todas acessas.

Templo Shin-Yakushi-ji: foi construído pela imperatriz Komyo como oferenda aos deuses, para que curasse os olhos do seu marido. Há várias figuras de Yakushi (encarnação de Amida como o Buda da Cura). É muito bonito e romântico.

Templo Todai-ji: o conjunto Todai-ji consiste de um vasto salão Buda, subtemplos, salões, pagodes e portais de interesse histórico e arquitetônico. Os pontos altos são: Grande Buda Vairocana (a maior imagem de bronze de Buda existente); atrás do Buda existe uma perfuração em uma coluna de madeira. A tradição diz que se alguém conseguir passar por aqui atinge a nirvana; e o Salão de Madeira (o suporte e a armação em vigas no interior deste enorme salão de madeira, construído em 1688-1709, devem ter sido feitos por artesãos do Sul da China. Muito bonito e funcional.









sábado, 6 de novembro de 2010

Kyoto – Japão

Antiga capital imperial do Japão, Kyoto, onde estão localizados famosos monumentos preservados é, também, uma cidade viva e moderna. Cercada de montanhas por três lados e cortada por um rio de norte a sul, a vida em Kyoto é pautada pelo ritmo da natureza. Milhares de turistas (estrangeiros e japoneses) visitam a cidade em diferentes épocas do ano.

As atrações turísticas que tivemos a oportunidade de visitar:

Templos Nishi e Higashi Hongan-ji: Com seus altares cobertos de flores, lintéis entalhados em madeira e extensões gastas de tatame devido aos milhões de pés calçados com meias que por lá passam, o aspecto austero dos templos Hongan-ji atesta o poder e a popularidade da seita. A disposição dos dois templos é idêntica, refletindo a mesma origem. Muitos bonitos.

Castelo de Nijo: Com poucas das fortificações importantes de outros castelos do Japão, Nijo é o mais conhecido pelos adereços interiores e pelos pisos em rouxinol. Estes foram projetados para que, quando alguém os pisasse, reproduzissem o som do pássaro avisando sobre possíveis intrusos. Os pontos altos são: Portal Karamon (tem artefatos folheados a ouro) e Ohiroma Ichi-no-ma (bonecos representando os senhores feudais).

O Caminho do Filósofo: Um dos lugares mais apreciados de Kyoto, o Caminho do Filósofo acompanha um canal sinuoso ladeado por cerejeiras, que se estendem ao longo do sopé das montanhas de Higashiyama. O Caminho do Filósofo está repleto de cafés, lojas de artesanatos, butiques e restaurantes.

Parque Imperial: Com seus majestosos pinheiros e suas lindas vistas para Higashiyama, é um verdadeiro oásis encravado no coração da cidade. Daqui se tem uma vista completa do Kenreimon, o lindo portal usado apenas pelo imperador.

A Cerimônia do Chá: É composta por uma sucessão de eventos. O ritual abrange a recepção aos convidados a caminhada pelos jardins da casa de chá e as abluções prévias. O turista entra numa pequena sala e encontra o anfitrião que lhe oferece o chá. É um ritual, no qual o que realmente importa é a apreciação do momento.

Compras em Kyoto: A cidade é famosa no Japão pela qualidade do artesanato e dos produtos alimentícios, característica de um local que por séculos atendeu aos gostos de aristocratas, monges responsáveis pelos templos, mestres de chá e comerciantes. As bonecas de Kyoto são famosas no Japão há séculos.

Ficamos hospedados no Hotel Rihga Royal: http://www.asiahotels.com/hotelinfo/Rihga_Royal_Hotel_Kyoto/
Higashi Honikawa Shiokoji – Shimogyo-ki – Tel: 81 7534 11121