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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Índia

Índia Gate

A Índia talvez seja o país em que há maior diversidade cultural no mundo. É também o sétimo maior país da terra, e em termos de população só perde para a China.

Nós visitamos a índia em 2009. Deixou-nos uma impressão forte – barulhenta, frenética, vibrante e caótica. Uma terra de paradoxos e contrastes incríveis. É uma nação jovem e, ao mesmo tempo, um país milenar, onde o passado e o presente se chocam a todo instante.

A cultura da Índia, assim como o seu povo, é um mosaico rico, cujos milhares de peças surgiram de suas raízes milenares, das influências estrangeiras e das diversidades regionais.

A religião e os rituais permeiam quase todos os aspectos da vida do povo indiano. Presenciamos vários eventos religiosos, inclusive um casamento popular e um rico no hotel onde estávamos instalados.

Cidade Antiga
A nossa visita à Índia resumiu conhecer três cidades: Nova Delhi – Capital do País; Jaipur – Cidade Rosada; e Agra – Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. 

A próxima postagem será nossa visita a Delhi. Aguardem!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Mais de 20.000 acessos

O blog teve início em agosto de 2010, portanto, no próximo mês completará um ano. Mais de 20.000 acessos foram executados por diversas pessoas de todas as classes socioeconômicas. Foram postadas, até o momento, 117 (2011) e 79 (2010) reportagens sobre Marketing e Turismo. A origem dos públicos-alvo é de vários países conforme mostra o quadro abaixo:

Visualizações de página por país

Brasil
17.180

Estados Unidos
1.268

Portugal
345

Croácia
205

Eslovênia
124

Suíça
85

Canadá
64

Alemanha
58

França
48

Itália
47
Fonte: Google/Blogger/Estatisticas

A todos que nos prestigiaram em acessar o blog nossos sinceros agradecimentos.
Muito obrigado. Em frente!

domingo, 17 de julho de 2011

'Calcinha brasileira' levanta lucro de cadeia de lojas britânica

Lingerie da empresa britânica Marks & Spencer
A tradicional cadeia de lojas de departamento britânica Marks & Spencer registrou neste ano um aumento de cerca de 3,2% em suas vendas, impulsionado em parte por sua coleção das chamadas Brazilian knickers (calcinhas brasileiras).
A coleção foi criada em 2005 e inspirada "nos biquínis cariocas". Somente nos últimos três meses, as calcinhas brasileiras registraram um aumento de vendas de cerca de 60%. Mais de 460 mil peças foram vendidas no último trimestre.
"A brasileira tem tudo para ser a calcinha desta década'', disse à BBC Brasil a estilista Soozie Jenkinson, responsável pela coleção.
Soozie conta que o modelo da calcinha brasileira conta com um corte mais baixo na frente e mais largo nos lados, tornando-a ''mais generosa com as mulheres e mais sexy do que as calcinhas tradicionais, por ser mas volumoso na região do traseiro e desenhado para ser incrivelmente suave sobre a pele e para eliminar marcas''.
Fonte: BBC - BRASIL

sábado, 16 de julho de 2011

Mega projeto quer transformar a Brahma na cerveja oficial do futebol

De olho na Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil, a AmBev intensifica os investimentos no futebol. A partir da marca Brahma, a cervejaria – que é patrocinadora do Mundial da FIFA, da Seleção Brasileira de Futebol e da Copa América – apoia 26 clubes brasileiros e lança agora sua plataforma oficial de 

incentivo ao esporte. A partir de duas áreas de atuação, o fomento ao Futebol e o Desenvolvimento sócio-ambiental, a empresa reforça sua presença para ter seus produtos lembrados e preferidos pelos torcedores.

Entre as principais ações estão a melhoria da estrutura dos clubes brasileiros e a conexão com o torcedor. Para isso, a AmBev está ao lado de equipes como as cariocas Vasco, Flamengo, Fluminense e Botafogo na reforma de vestiários, salas de musculação e centros de treinamento. Já o relacionamento com o consumidor vem a partir de lançamentos de latas temáticas dos times.

Agora, a principal aposta da AmBev são as redes sociais. A empresa lançou quatro perfis no Facebook, no Twitter e no YouTube customizados para cada um dos principais clubes cariocas: BrahmaFla, BrahmaFlu, BrahmaFogo e BrahmaVasco. A ideia é manter um diálogo direto com os torcedores e oferecer conteúdo, promoções e vídeos referentes aos times.

“Quando fechamos uma parceria com um clube, entendemos que não basta fazer um investimento na estrutura, sem ter conexão com o torcedor. Mais do que um contrato de patrocínio, buscamos ações que engajem, trabalhando a relação entre os clubes, a torcida e a AmBev”, diz Rafael Pulcinelli, Gerente de Marketing da AmBev, em entrevista ao Mundo do Marketing.




Gramado do Engenhão será cuidado pela Brahma
Entre as ações recentes da Brahma de apoio aos clubes está a entrega do vestiário do Vasco junto com a nova sala de imprensa, além da construção da sala de musculação. Com o Flamengo, a marca realiza obras no campo principal do centro de treinamento do clube, o Ninho Urubu, e promove o projeto “Rubro-negro para sempre”, que grava os nomes dos torcedores que comprarem tijolos para ajudar na construção do CT.

Já a nova sala de troféus do Fluminense permitirá ao público rever a trajetória do time, com um painel que mostrará todas as camisas históricas e músicas da torcida. Outra parceria fechada recentemente pela marca foi com o Botafogo. A Brahma será responsável pela manutenção do gramado do estádio olímpico Engenhão.

Os investimentos no Rio de Janeiro também começam a render frutos e migram para outras regiões. Os mineiros já contam com as latas temáticas do Cruzeiro e do Atlético. Agora, a empresa ficará responsável pela reforma do centro de treinamento do Cruzeiro e até o fim de 2011 será feita uma ação com os torcedores para a escolha do novo benefício para o clube, que poderá ser a sala de musculação ou o vestiário.

Todo o investimento feito é para que, cada vez mais, o torcedor reconheça a marca como a cerveja oficial do futebol. Queremos que o consumidor assista ao jogo em casa com a sua Brahma, ou que ela seja a cerveja escolhida para tomar antes do jogo. Com ações como essas trazemos mais consumidores para a marca”, acredita Pulcinelli.

Responsabilidade social

Outra iniciativa lançada pela AmBev com foco nos consumidores e no fomento ao esporte é o “Brahma na Comunidade”. O projeto atua em cinco pilares: contribuições e reformas na infraestrutura dos campos de futebol da comunidade, implantação de ações de consumo responsável, desenvolvimento de atividades de lazer e cultura, programas de geração de renda e reciclagem.

A ação foi lançada ontem, dia 12, e terá sua primeira edição no Rio de Janeiro, como um projeto piloto, que destinará em um ano R$ 200 mil à comunidade vencedora do edital. Para concorrer, as inscrições devem ser feitas até o dia 28 de agosto na página do projeto. “A AmBev acredita no futebol como um fator de desenvolvimento humano nas comunidades. Queremos realizar iniciativas que criem benefícios concretos para o Brasil e para o nosso futebol”, explica Marcel Marcondes, Diretor de Negócios do Esporte da AmBev.


Ainda pensando no pilar de desenvolvimento sócio-ambiental, a Brahma foi buscar um parceiro ilustre. O ex-jogador Cafu foi eleito o Embaixador de Responsabilidade Social e estará em todo material de divulgação sobre o consumo responsável da cerveja e em ações em parceria com ONGs com o lema “A regra é clara: menor de idade não pode beber”.

“Precisamos educar os varejistas para evitar a comercialização de bebidas a menores de idade. Com o apoio das ONGs, visitamos os pontos de venda e identificamos os que têm o melhor desempenho. Então, investimos na melhoria destes estabelecimentos”, ressalta Milton Seligman, Vice-Presidente de Relações Corporativas da AmBev.

Fonte: Mundo do Marketing

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Dublin – Irlanda

Visitamos Dublin em novembro de 2008. Passamos oito dias nessa metrópole moderna e dinâmica. A cidade está dividida pelo rio Liffey, centro geográfico da cidade.

Dublin tem uma arquitetura impressionante em suas catedrais e igrejas, castelos e pontes, grande praças e mansões georgianas. Também tem grandes hotéis, bares e restaurantes, pub, cafés, galerias, casas noturnas e um sistema de bondes de última geração.

Principais destaques de Dublin:

Kildare Street e Merrion Square: Estão localizadas nesta área as principais instituições culturais e turísticas do país, tais como o National Museum, a National Library, a National Gallery e o Natural History Museum.

Temple Bar: É o eixo da cidade, tanto para a agitada vida noturna como para as artes. Com bares, restaurantes cosmopolitas, lojas finas e galerias de arte.

Kilmainham: Oferece o que há de novo e de velho na Irlanda em seu Irish Museum of Modern Art, alojado no imponente Royal Hospital e nas austeras instalações penitenciárias da Kilmainham Gaol, um dos edifícios mais representativos da luta da Irlanda pela liberdade.


Phoenix Park: É um grande parque. Lá se encontra a casa Farmleigh, que fica junto ao parque e já foi à suntuosa residência da família Guinness.

Grafton Street: De dia funciona como um calçadão comercial e de noite é um local para beber e passear. É bastante interessante o local.

Liffey River: O rio Liffey corta a cidade e inspirou vários artistas e escritores. Um passeio pelo cais é obrigatório para os visitantes.

Custom House: Dominando a orla, o design do magnífico edifício do arquiteto Gordon ostenta numerosos detalhes intricados no exterior e um grande domo.

Guinneses Pubs: É obrigatório visitar alguns pub e provar a bebida local, a cerveja Guinneses. Há uma rivalidade entre os pubs a respeito de quem serve a melhor cerveja.

Christ Church Catedral: Construída no século 12, mas substancialmente reconstruída no século 19, tem uma interessante mostra de tesouros em sua imensa cripta.

St. Patrick´s Catedral: Uma série de relíquias peculiares enfeita a catedral anglicana do país. St. Parick é o padroeiro da Irlanda.

Daniel O´Connell: Figura-chave na luta pela Emancipação Católica. O´Connell é celebrado em vários monumentos pela cidade.

O´Connell Brigde: Esta ponte tem uma das amplas vistas da cidade. È um bom lugar para passear e se orientar como andar pela cidade.










segunda-feira, 11 de julho de 2011

O sentido de equipe


 “Você não obtém harmonia quando todos tocam a mesma nota”. ( Doug Floyd)

Na sociedade de serviços, em que estamos ingressando, mais que nunca é fundamental trabalhar-se em equipe. Com a diferença que cada vez mais, as chamadas equipes não se encontrarão fisicamente juntas, nem próximas, nem nas vizinhanças. Equipes multidisciplinares irão se formando e trabalhando de forma competente e feliz mesmo estando cada uma das pessoas em diferentes lugares das ruas, bairros, cidades, países.

Mas, e antes de aproveitar ao máximo as possibilidades que a tecnologia nos oferece, de somar pessoas em diferentes partes do mundo, sempre vale a pena recordar o verdadeiro sentido de equipe. Aquele que assume, desde a partida, que trabalhar em equipe é somar pessoas que se complementam pelas suas competências e especializações; pelas suas diferenças mais do que pelas suas semelhanças; pelas suas virtudes e, por que não dizer, também, pelas deficiências; devidamente afinadas por uma mesma partitura e competente regência de um maestro.

Existe uma história antiga, correndo pela internet, e que traduz com muita sensibilidade o verdadeiro sentido de equipe. É a que trata de uma suposta crise ocorrida numa carpintaria, onde as ferramentas decidiram questionar qual delas deveria liderar todas as demais.

O primeiro a se candidatar foi o martelo que rapidamente foi reprovado pelas demais ferramentas porque passava o tempo todo golpeando e fazendo barulho. O segundo pretendente era o parafuso também imediatamente descartado porque dava muitas voltas antes de chegar aos finalmente. O mesmo aconteceu com a lixa por ser muito áspera e provocar atritos, com o metro que atazanava com sua mania de medir a todos os momentos e uma a uma as ferramentas foi sendo descartadas.

E assim continuariam não fosse o fato de a porta ter se aberto e ingressado o carpinteiro. Que em questão de minutos, e recorrendo à face da virtude de cada uma daquelas ferramentas, transformou um pedaço de madeira numa fantástica cadeira. Utilizando a força do martelo, a solidez conferida pelo parafuso na junção das peças, o fim da aspereza e o prevalecimento da beleza graças à lixa, e a perfeição do resultado final pela contribuição inestimável do metro.

Onde depois, e feliz, se sentou, realizado.

Mais importante do que ter o melhor plantel é saber escalar e organizar a melhor equipe.

sábado, 9 de julho de 2011

Matajura – uma pequena história japonesa

Matajura queria tornar-se um grande espadachim, mas seu pai disse que ele não era rápido o bastante e, portanto, nunca aprenderia. Matajura, então, foi visitar o famoso duelador Bonzo e pediu para ser seu discípulo.
Matajura: “Quanto tempo é necessário para que eu me torne um mestre? Suponha que eu me torne seu empregado para estar com você cada minuto: quanto tempo levará?”
Bonzo: “Dez anos”.
Matajura: “Meu pai está ficando velho e eu terei de voltar para casa e cuidar dele. Imagine que eu trabalhe duas vezes mais: quanto tempo levará?”
Bonzo: “Trinta anos”.
Matajura: “Como é possível? Primeiro você disse dez anos;depois, quando me ofereci para trabalhar duas vezes mais, você disse que levaria três vezes mais. Deixe-me clarear: eu trabalharei ainda mais, nenhum esforço será demasiado para mim.Quanto tempo levará?”
Bonzo: “Setenta anos. Um discípulo com tanta pressa aprende devagar”.
Matajura compreendeu. Sem solicitar nenhuma promessa a mais em termos de tempo, tornou-se empregado de Bonzo. Limpava, cozinhava, lavava, cuidada do jardim. Foi instruído para não falar em esgrima nem tocar numa espada. Ele ficou muito triste com isso, mas havia feito uma promessa ao mestre e resolveu manter sua palavra.
Três anos se passaram para Matajura como empregado. Um dia, enquanto ele cuidava do jardim, Bonzo veio silenciosamente por trás dele e deu-lhe um terrível golpe com uma espada de madeira. No dia seguinte, na cozinha, o mesmo golpe se fez sentir novamente. Daí por diante, dia sim, dia não, de qualquer canto e a qualquer momento, ele era atacado pela espada de madeira de Bonzo.
Matajura aprendeu a viver na ponta dos pés, pronto para reagir ao menor movimento. Tornou-se um corpo sem desejos, sem pensamentos – apenas a eterna prontidão e a rapidez. Bonzo sorriu e começou as lições. Logo Matajura era o maior espadachim no Japão.
Moral da história: Persiga sempre o seu objetivo com determinação e entusiasmo.