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quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Desde os Tempos de Almagre (Praia do Poço)


 

Acabo de receber um presente valioso do meu amigo fraterno de longas datas, José Juvênciode Almeida Filho, com a colaboração como consultor de outro grande amigo de juventude, nascida na querida praia no Poço. Antônio (Toinho) Smith. Li o livro de uma "tacada só" como se diz lá nos Patos. Muito interessante os relatores do autor e do consultor sobre a história da Igreja do Almagre de Capela do Poço.


Dois fatos me chamaram atenção: 1) Em 1959 papai e mamãe resolveram nos trazer para conhecer comprar a praia do Poço. Num primeiro momento foi choque divino de todos pelas belezas da praia e pelo acolhimento das pessoas que tivemos os primeiro contatos. Resultado no ano seguinte eles compram uma casa para a gente passar a veranear. Foi uma decisão mais sábias do casal. Mas, o que tem a ver com o livro dos amigos. Na página 12 do livro citam: "Há registros de que essa propriedade foi comprada em 1857, pelo Padre Leonardo Antunes Meira Henriques, passando a ser povoado de pescadores, muito frequentado pelos veranistas". Então, minha tem como origem familiar MEIRA. 2) Juvêncio relata na página 17 que "Em bandos alegres e barulhentas, os jovens, munidos de facas, canivetes e às ate de formões e escopos, tinham objetivo maior, deixarem gravados, nas pedras seculares, os seus nomes e os nomes das namoradas, complementados por dois corações entrelaçados e atravessados pela infalível flexa de Cupido". Eu e outros
amigos e amigas, não vou delatar eles, eram esses jovens que saímos em bando para a Fazenda do Sr. Alvaró Jorge, onde está localizada as ruínas de Almagre. É bem verdade que não sabíamos do prejuízo de causaríamos, usando a ponta do canivete, rasgando as rochas de calcário, ao esculpir as letras iniciais dos nossos nomes. Vale ressaltar agora se pecamos pela nossa falta de informação sobre os danos causados a tão importante obra, pior é descaso das autoridades em não preservar sua história.

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Minha experiência sobre o Covid19 em João Pessoa

Em postagem anterior (11 de agosto) neste blog, descrevi sobre “Nossa experiência sobre o Covid19 nos Estados Unidos”, vivenciada em de março de 2020, nas cidades de New York e Boston.

 

Neste artigo narro outra experiência, com esse terrível mal “chinês”, o Covid19, desta vez, em João Pessoa, entre os dias 20 e 27 de julho de 2020. 

 

Temos um apartamento desocupado há alguns anos, localizado no entorno da Praça Sílvio Porto, no bairro de Manaíra. Para mantê-lo conservado, realizamos a cada 15 dias uma faxina, além de promovermos pequenos consertos. Para tanto, utilizamos os serviços de um casal de nossa inteira confiança que trabalha conosco há cerca de 30 anos.

 

No dia 20 de julho do corrente ano, foi o dia, como de costume, de mais uma jornada de serviços. O casal chegou, ao apartamento, logo no início da manhã, enquanto eu, de máscara, cheguei por volta das 10hs. Ao penetrar, no apartamento, me deparo com um silêncio esquisito. Chamo por eles. Ninguém responde! Aquilo me chamou atenção. Vou à área de serviço e lá estava o casal, muito cansado, sem máscaras e ainda não tinham começado os trabalhos. 

 

Como Ângela, minha esposa é médica e convivo com irmãos médicos, de tanto assistir conversas sobre medicina, como todo bom sertanejo tenho certa “visão clínica”. Verifico, então, que o estado geral deles, apresentava alguns sinais e sintomas do Covid19, ou seja, cansados, dores no corpo, febris e com dificuldades de respiração. Com medo, comecei a suar frio. De imediato recomendei que fossem ao Hospital da Unimed, no que fui atendido. Voltei para casa e, apreensivo, fiquei no aguardo de notícias.

 

À noite, por volta das 19hs, eles telefonaram para Ângela e contaram que receberam o diagnostico de Covid19 e que estavam internados. Ângela, então, fez alguns contatos com colegas, para tomar conhecimento do estado clínico deles. Ao desligar o celular, com ares de preocupação, ela me dá a notícia. Tento manter a calma e mal consigo disfarçar minha angustia, temeroso com a possível contaminação, com o maldito vírus, de toda a família. Um horror!

 

Naturalmente, Ângela e outros colegas, sem perda de tempo, prescreveram, preventivamente, um coquetel de remédios, liderados pelos fármacos Ivermectina e Azitromicina. Êxito total.

 

Quanto ao casal, após sete dias de internamento receberam alta hospitalar e continuaram os tratamentos em casa. Hoje, já recuperados voltaram as suas atividades normais.

 

Mais uma vez, Deus protegeu nossa família e aos nossos queridos auxiliares. Vai aqui, também, nosso agradecimento aos que fazem ao Hospital Alberto Urquiza Wanderley (UNIMED), pelo excelente serviço prestado.