domingo, 23 de julho de 2023
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sábado, 22 de julho de 2023
quinta-feira, 20 de julho de 2023
terça-feira, 18 de julho de 2023
Montenegro: Kotor - 2018
A pouco mais de 30 minutos de Kotor, cerca de 23 Km, está a charmosa cidade murada de Budva, em Montenegro. Ela é considerada a "capital do turismo montenegrino" por ter belas praias e a noite mais badalada do país.
quinta-feira, 13 de julho de 2023
Evandro Nóbrega sobre Osvaldo Meira Trigueiro
NOVAMENTE HOJE A "ENCYCLOPÆDIA PARAHYBENSIS" — que não chega a ser propriamente uma "ENCYCLOPÆDIA BRITANNICA", mas sempre tem algo para inglês ver! — TEM NOVIDADE NO PEDAÇO. Uma novidade que não está no gibi:
O DR. OSVALDO MEIRA TRIGUEIRO, UM DOS MAIORES ESPECIALISTAS BRASILEIROS EM FOLKCOMUNICAÇÃO/FOLKMÍDIA, NOS INTRODUZ NA FESTA DOS TABULEIROS DA CIDADE DE TOMAR, EM PORTUGAL
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por Evandro da Nóbrega
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O talentoso e competente autor do artigo que reproduzimos a seguir é, sem favor algum, um dos maiores especialistas brasileiros em Folkcomunicação/FolkMídia. Trata-se do professor Osvaldo Meira Trigueiro, hoje com 76 anos de idade (incompletos, pois nasceu a 8 de novembro de 1947) e que veio ao mundo em Patos (PB), filho do tabelião local Carlos Dantas Trigueiro e sua esposa, dona Leonor Meira Trigueiro. É hoje ex-docente associado da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
Iniciara Osvaldo Meira Trigueiro seus estudou ainda nas Espinharas, mais exatamente no Grupo Escolar Rio Branco e na escola da professora Maria Soares. Depois, com seu irmão Carlos Meira Trigueiro (entre outras coisas, "globe-trotter", especialista em Marketing e Turismo e escritor com livros publicados). foi nosso colega de Curso Colegial no antigo Ginásio Diocesano de Patos, dirigido pelo saudoso monsenhor Manoel Vieira.
CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO
Depois de uma passagem pelo Colégio Estadual, foi para o Recife (PE), onde estudou no Colégio Salesiano e no ESUDA. Graduado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), obteve seu mestrado em Comunicação Rural pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e seu doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), em São Leopoldo (RS).
O Dr. Osvaldo Meira Trigueiro é presidente de honra da Rede Brasileira de Folkcomunicação; membro da Comissão Nacional de Folclore; presidente de honra da Comissão Paraibana de Folclore; ganhou a Medalha Brasileira de Folclorista Emérito da República Federativa do Brasil/Comissão Nacional de Folclore.
DESTAQUE NA INTERCOM
Além disso, é sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (INTERCOM); recebeu a homenagem de Jubileu de Prata, pelos seus 25 anos de contribuição e fortalecimento da mesma INTERCOM; é membro do Centro de Investigação Professor Doutor Joaquim Veríssimo Serrão, na cidade de Santarém, em Portugal.
Exerceu vários cargos na administração na UFPB e no Governo do Estado da Paraíba. Tem aclamados livros e artigos publicados sobre mídias, folkcomunicação, folclore e cultura popular em geral.
A DRA. ROSINHA TRIGUEIRO
Mesmo aposentado da UFPB — onde por muitos anos atuou, juntamente com sua esposa Rosa (Rosinha) Trigueiro, portuguesa naturalizada brasileira —, o professor Osvaldo Meira Trigueiro continua em plena atividade intelectual.
Interessante é que ele, a fim de imprimir maior autenticidade a suas investigações científicas, prefere pesquisar a cultura popular em municípios com menos de 20 mil habitantes, embora, eventualmente, possa trabalhar com centros mais populosos.
APRENDENDO NA WIKIPÉDIA
O artigo que aqui se republica (mais abaixo) tem a ver com a cidade portuguesa de Tomar. E, se Você googlar na Internet, haverá de encontrar na Wikipédia em português que Tomar é uma cidade lusitana pertencente ao distrito de Santarém, na província do Ribatejo e na região do Centro e subregião do Médio Tejo. Tem cerca de 20 mil habitantes e é sede do município de Tomar, com 351,2 km² de área e mais de 40 mil habitantes distribuídos em suas 11 freguesias. Ainda da Wikipédia:
A cidade tem diversos monumentos históricos, dos quais se destacam o Convento de Cristo, declarado Património Mundial, a Igreja de São João Batista, a Igreja de Santa Maria dos Olivais (onde se encontram os restos mortais de Gualdim Pais, grão-mestre templário e fundador da cidade) e a Ermida da Nossa Senhora da Conceição que foi construída com a função de panteão régio. Conta ainda com o Convento de São Francisco que tem uma capela maneirista, o Convento de Santa Iria e a Ermida de São Gregório que detém uma estrutura arquitectónica circular.
O município de Tomar é limitado a norte pelo município de Ferreira do Zêzere, a leste por Abrantes, a sul por Vila Nova da Barquinha, a oeste por Torres Novas e a noroeste por Ourém. A cidade e o município de Tomar são atravessados pelo rio Nabão, que é um afluente do rio Zêzere, estando incluída na bacia hidrográfica do Tejo, o maior rio da Península Ibérica. Situa-se numa das zonas mais férteis de Portugal Continental para a produção de azeite, figo ou a vinha, por exemplo.
AS TRÊS FESTAS MAIS IMPORTANTES
As três principais festividades da cidade de Tomar são: 1) a Festa dos Tabuleiros; 2) o Círio de Nossa Senhora da Piedade (no primeiro domingo de setembro, com um cortejo de oferendas realizado em carros típicos enfeitados com flores de papel percorrendo a cidade); e 3) a Feira de Santa Iria.
Neste artigo, o Dr. Osvaldo Meira Trigueiro trata justamente da mais importante delas, a Festa dos Tabuleiros. Portanto, sem mais delongas, vamos a seu mui excelente artigo-reportagem, publicado no dia 8 de julho corrente, no blog cujo URL vai citado bem no fim do texto:
A FESTA DOS TABULEIROS DE TOMAR,
EM PORTUGAL,
COMPARTILHADA COM A FAMÍLIA
LUSITANA DOS ANTUNES
(Texto e imagens de Osvaldo Meira Trigueiro)
Em junho de 2011, durante mais uma temporada em Portugal, a convite do casal amigo António e São Antunes, eu e Rosinha fomos a Tomar para visitar os monumentos históricos, principalmente o Convento de Cristo, as Igrejas de Santa Iria, de Santa Maria dos Olivais, São João Batista, além de tantos outros monumentos históricos.
Mas, ao chegar à cidade e passando pelas ruas, fui observando algo mais do que os famosos monumentos; eram cartazes, vitrinas de lojas ornamentadas, bandeirolas nos postes anunciando a Festa dos Tabuleiros.
Então, perguntei ao casal amigo que festa era essa que estava programada para 2 a 11 de julho de 2011 e que a cidade estava quase toda envolvida na realização do grande evento.
Antônio e São, foram dizendo: é a nossa maior festa que só acontece de quatro em quatro anos em homenagem ao Divino Espírito Santo. E nos convidaram para ficar na sua casa durante os festejos e de pronto aceitamos a hospitalidade dos amigos.
Como nossa base em Portugal era em Fátima, cerca de 30 km da Cidade Templária, chegamos logo cedo, no dia 2 de julho, bem no início da festa. Tomar, também denominada de Cidade Templária, está localizada no centro de Portugal, aproximadamente a 140 km Lisboa e 30 km do Santuário de Fátima, com fácil acesso por autoestrada, trem e confortáveis linhas de ônibus.
A FESTA DOS TABULEIROS
Tenho andado por diferentes lugares, estudando e pesquisando as festas tradicionais populares religiosas e profanas no Brasil. Por sua grandiosidade, cada uma das festas e romarias me impressiona pela quantidade de participantes, devotos ou não.
Nos últimos 10 anos tenho realizado em Portugal observações de estudo e pesquisas em algumas das festas e romarias, que aqui poderia destacar como: as dos santos populares, Santo Antônio, São João e São Pedro em Lisboa, no Porto, em Gaia e no Valongo, assim com as romarias no Santuário de Fátima.
Não poderia deixar de incluir nessa empreitada a grande Festa dos Tabuleiros de Tomar. E estava lá, em 2011, 2015 e 2019, pesquisando esse mega-acontecimento popular, que envolve quase toda a cidade com cerca de 20 mil habitantes e que no período da festa ultrapassa um milhão de pessoas, vindas de quase todas as localidades de Portugal e de outros países, principalmente no domingo do grande cortejo dos tabuleiros.
Este ano acontece mais uma festa de 1 a 10 de julho e desta vez não estou em Tomar presencialmente, mas acompanhando pelas redes sociais, pelos jornais online “O Templário” e “Cidade de Tomar”, as rádios “Cidade de Tomar 90.5 FM e Hertz 98.0 FM, importantes veículos de comunicação local que realizam excelentes coberturas dos acontecimentos na cidade de Tomar no período da grande festa em 2023.
A Festa dos Tabuleiros atualmente é um mega acontecimento midiático sem, no entanto, perder sua mística, suas tradições que remontam às festas pré-cristãs e culto ao Divino Espírito Santo, que vem desde o início do século XII e estimulada em Portugal pela Rainha Santa Isabel.
JOÃO E MARTA NO CORTEJO DOS TABULEIROS
Na festa de 2011, acompanhamos passo a passo o casal João e Marta, ela a filha mais nova da família Antunes. Os dois desfilaram no cortejo dos tabuleiros, no grande domingo da festa. No depoimento da Marta, fica demonstrado o carinho, o afeto e a devoção ao Espírito Santo.
Levar o tabuleiro é mais que uma demonstração festiva; é uma atitude carregada de simbolismo de fé, como ficou registrado nesse ensaio audiovisual. A Festa dos Tabuleiros não poderia ficar de fora das ressignificações porque passam tantos acontecimentos culturais tradicionais no mundo globalizado para atender os interesses de consumo das grandes mídias e as demandas do turismo regional, nacional e internacional.
Mas a festa continua sendo para a comunidade da cidade Templária de Tomar e seus entornos uma celebração ao culto do Divino Espírito Santo, um cumprimento de promessa, para algumas pessoas, na semana de Pentecostes representada na condução do tabuleiro por uma moça acompanhada por um rapaz. João e Marta, assim com os Antunes, compartilham com famílias e amigos durante toda festa o seu bodo privado com fartura de pão, vinho e queijo, entre outras iguarias.
Portanto, a festa dos Tabuleiros na família liderada por Antônio e São é uma festa de partilha, de fé e de celebração ao Divino Espírito Santo. Só tenho agradecimentos à família Antunes pela colhida na sua casa e por ter compartilhado seus conhecimentos sobre a fantástica Festa dos Tabuleiros.
terça-feira, 11 de julho de 2023
Empresas de cinemas continuam fechando
Clássicas ou não, muitas salas de projeção cinematográfica continuam cerrando suas portas. Em tempos assim, motivados ainda pelas exigências de marcado, por mais bem estruturadas que sejam essas empresas, elas já não conseguem enfrentar as plataformas de streamings, como Netflix, Globoplay, HBO Max, Amazon, Disney, até a Paramount, entre outras. Influência também, é bom que se ressalte, de um período de restrições sociais provocado pela pandemia, desde 2019, que assolou os quatro cantos da terra.
Diante disso, de virtuais mudanças em tudo que nos diz respeito, não é fácil se estabelecer uma meta fixa, notadamente nas artes. Tudo parece existir en passant, simplesmente. Mais ainda, quando diz respeito à evolução de certas empresas, dentre elas a cinematográfica. Realidade essa que bem se deve reconhecer. E esse, se nos parece um fenômeno dos tempos atuais. Fato que se somaria aos interesses do próprio mercado de consumo humano, em querer agilidade na aquisição de produtos. Mais ainda, nas comunicações.
Recentemente, fomos informados que uma empresa exibidora de filmes nos Estados Unidos fechou suas portas. A importante rede Alamo Drafthouse Cinema, com quase 40 salas por todo o país, que tinha uma performance diferenciada no atendimento aos seus inúmeros habitués, entrou em falência. Aliás, aqui mesmo no Brasil as empresas exibidoras (em malls) já sentem o mesmo problema da falta de frequência de público. O que parece não ser uma situação muito séria na Europa, em especial com o chamado “cinema de rua”. Fato esse constatado pelo parceiro da Academia de Cinema, Carlos Trigueiro (Carlito), quando de sua recente passagem por Madrid, na Espanha.
Também nesta semana, surpreendeu-me a notícia veiculada pelo jornal A União de que, ao contrário de tudo que vem acontecendo com o empresarial cinematográfico, o amplo auditório do Centro de Convenções de João Pessoa “vai virar sala de cinema”. A iniciativa se dará numa grande parceria com as redes Centerplex e a Dolby, transformando o atual Teatro Pedra do Reino, a partir deste mês de julho, numa sala de exibição de filmes. Acredito que seja por temporada; não assiduamente. Paguemos, pois, pra ver no que vai dá…
Vendo essa coisa toda de uma maneira mais específica, diria até mesmo pessoal, tenho acompanhado a questão da falência de algumas salas, desde a chegada da televisão. No final de 1970, que ainda me lembro, um pioneiro exibidor paraibano, que foi o meu pai, teve que “cortar da própria carne” as soluções para continuar com suas duas salas de projeção cinematográfica, na cidade de Santa Rita e distritos – “São João” e “Cinerama”. Esforço estoico que apenas durou até o início do ano seguinte. Época em que o cine “Banguê” do Espaço Cultural José Lins do Rêgo estava sendo inaugurado, no final da gestão do governo de Tarcísio Burity.
Pois bem. Vieram os novos tempos, as tecnologias avançaram alterando os hábitos de consumo audiovisual da população. A rigor, não sabemos até quando a “arte do sonho e do entretenimento” existirá, nos mesmos moldes empresariais e de mercado; e aí, senhores, está o novo desafio…
sexta-feira, 7 de julho de 2023
Grupo em Defesa aos Docentes Aposentados, Pensionistas e Ativos da UFPB
Ei, você! Ei, colega, professor aposentado do ensino público superior federal! É com você mesmo que estou falando...
É com você que entrou para a docência superior quando apenas 1% da população brasileira alcançara tal nível de ensino. Você que sabia que não iria ficar rico, mas que tinha ideais de melhorar o nosso País com o seu trabalho, tendo, entretanto, uma vida digna. Você que viu ao longo de vários anos a sua remuneração perder valor sistematicamente.
Você que já não pode desfrutar daquele vinho maravilhoso que um dia tomou entre amigos. Cuja marca da deliciosa cerveja dos domingos foi substituída por outra mais em conta. Que viu os churrascos e comemorações ficarem raros. Que aumentou o consumo de frango com gosto de ração. Que agora sabe quanto custa uma bandeja de ovos. E que ajustou para menor a qualidade das suas refeições.
Que não sabe até quando conseguirá pagar o plano de saúde.
Você que empobreceu ao longo dos anos, enquanto viu crescer, vertiginosamente, o número de bilionários no Brasil.
Você que viu o preço dos remédios subir sempre mais que o seu salário.
Você que foi empurrado de um sistema previdenciário diferenciado para o malsinado Sistema Geral da Previdência Social sem que lhe tenham sequer perguntado o que achava.
Você está esperando o quê? Um milagre?
Seria muito bom que acontecesse. Mas nem a um direito já alcançado pela maioria nos é dado esperar. Os 28,86% de correção salarial já reconhecido e pago a mais da metade dos nossos companheiros, agora já não é mais direito daqueles que não o receberam. É justo? Vale a pena esperar sentado? Já lá vão cercae de 30 anos, vários colegas já partiram e a esperança cada vez menor.
O que fazer, então?
Os docentes em atividade me parecem distantes das suas corretas lutas por melhorias das condições de trabalho, incluindo aí as remunerações diretas e indiretas.
Ao se pensar dois tostões, porém, é fácil a identificação de uma série de prejuízos que são causados tanto aos aposentados quanto aos docentes em atividade.
É evidente, entretanto, que as condições de luta dos docentes em atividade e daqueles aposentados é diferente. Os primeiros têm o trabalho que realizam como moeda de troca. E os aposentados? O que têm para trocar?
Creio que alguns de nós pensam que não possuem nada para trocar. Este não é o meu ponto de vista.
Em primeiro lugar podemos alertar aos colegas em atividade que a idade não retrocede e nem para. Só avança. E que um dia estarão idosos, aposentados, COMO NÓS, e, ao olhar para a sua situação previdenciária atual SE VERÃO em pior situação que a nossa na atualidade. E, assim, chamá-los à luta.
Em segundo lugar temos a experiência, o saber como nos fazer ouvir socialmente. Basta querermos.
Em terceiro lugar temos tempo. Não teremos um tempo longo de vida pela frente, mas se olharmos o dia, cada dia de per si, notaremos que dispomos de muito tempo para fazermos muitas coisas, inclusive nos organizarmos e lutarmos por reconhecimento e por condições dignas de vida, a qual estamos perdendo.
Pois bem, se você não está satisfeito com as condições de vida que está levando, se acha justa a luta pela dignidade do docente aposentado, se acredita que a união faz a força e que juntos podemos alterar as vergonhosas situações a que estamos sendo submetidos, levante-se. Procure informações sobre as reuniões do Grupo de Aposentaods Pensionistas e Ativos da UFPB que se reune regularmente na sede da ADUF PB, às quartas-feiras pela manhã, exceto na próxima (dia 12 de julho), pois estaremos prestigiando o Seminário Brasil, Universidade e Movimento Docente, que acontecerá no mesmo dia, no Littoral Hotel e é promovido pela ADUF PB.
Prezados: peço-lhes desculpas por haver modificação na apresentação desta mensagem pois devido à falta de uso perdi a habilidade de me utilizar corretamente do computador.
Em João Pessoa, 07 dejulho de 2023,
Aloisio da Silva Lima.



















