Páginas

quinta-feira, 9 de maio de 2024

O amigo Everaldo Tenório

Recebemos hoje logo cedo a notícia do falecimento do amigo Everaldo Tenório, aos 72 anos, pai da minha querida Camila esposa do meu sobrinho Georginho. Lamentamos profundamente do seu falecimento.

Nosso último encontro foi na residência de Georginho e Camila no Condomínio Colonial Inn em Gravatá. Foram dias agradáveis e muitas conversas sobre negócios. Everaldo foi um dos agropecuaristas mais influente das regiões das regiões Nordeste e Norte do país. Everaldo tornou-se referência no agronegócio  com o trabalho nas Fazendas Ribeira e Raízes do Inajá nos estados de Alagoas e Pará. 



Que Deus o receba e conforte sua esposa Tereza,  minha sobrinha Camila e demais familiares.

 

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

Destaque Olímpico 2023

No próximo dia 28 (quarta-feira) do corrente mês, o Colégio Motiva Altiplano realizará um grande evento para homenagear os alunos e alunas que foram premiados nas OLIMPÍADA CIENTIFICAS 2023, a nível regional e nacional.

Entre os alunos destacados está MIGUEL PESSOA VICENTE, 11 anos, meu sobrinho neto, filho de Gonçalo e Chrys. Seu prêmio foi alcançar o 2o. Lugar em MATEMÁTICA, a nível nacional.

Também pudera ! Com aulas nos sábados a tarde com o Vovô Carlos sobre Cálculo das Probabilidades, Álgebra Linear e Lógica Matemática, só poderia ser destaque nacional. KKKKK

Parabéns ! MIGUEL


Vovô Carlos e Miguel

André, Vovô Carlos e Miguel

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

Um Matuto Caminhante. Capítulo 22: Uma Pausa (Versão Preliminar)

 CAPÍTULO 22



 Raquel, Ângela e o Autor

UMA PAUSA ...

 

“Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.

Quando vejo retrato, quando sinto cheiros, quando

escuto uma voz, quando me lembro do passado, eu

sinto saudades. Sinto saudades de amigos que nunca

mais vi, de pessoas com que não mais falei ou

cruzei. Sinto saudades dos que se foram e de quem

não me despedi direito. Daqueles que não tiveram

como me dizer adeus; sinto saudades das coisas que

vivi e das que deixei passar, sem curtir” (...)

 

Clarice Lispector

 

A gente pensa que as tragédias só acontecem com os outros. Ledo engano... Na verdade, todos nós estamos vulneráveis a tais acontecimentos. Sempre superava e vencia as pedras e precipícios que surgiam no meu caminho. Infelizmente o golpe foi grande! Devolvemos, Kakito, nosso filho, a Deus – nos restaram a fé e a esperança nos designíos divinos. Mas, quando o fato extrapola a capacidade de controle e abruptamente tira parte incomensurável e insubstituível de nossa vida, a gente se sente igual a Moises perdido no deserto. Nessa caminhada vivi dias longos e escuros, às vezes sem saber aonde ir. Foi aí que entrou em ação a permanente instituição “Sagrada Família”, sem ela, o caminhar seria muito mais difícil. Como disse alguém alhures: “A vida não é só um mar de rosas”. O tempo mudou de repente e levou meu barco para mares revoltos, cobertos por nuvens escuras. É preciso ter muita fé para compreender, aceitar e, sobretudo, administrar as provações. Ainda hoje, tento fazer as pazes com a dor da eterna saudade.

O poeta inglês William Blake disse certa vez, “se as portas da percepção fossem limpas, tudo aparecia ao homem tal como realmente é: infinito”. É uma grande verdade. As portas nem sempre são limpas no decorrer de nossas vidas. A cada janela ou porta aberta sempre temos uma surpresa.

Em um de seus dizeres Samuel Johnson falou - “enquanto jovem, é preciso cultivar os amigos, pois com a idade vai ficando difícil renovar o plantel”. Como viram nas entrelinhas deste livro, fiz muitos amigos e amigas.

Nestas linhas, busquei registrar um pouco de minha vivência, da minha história, da história da minha família e dos meus amigos e amigas.

Me despeço com uns versos de Roberto e Erasmo Carlos: 


 “Detalhes de uma vida, histórias que contei aqui.

 Sei tudo que o amor é capaz de me dar.

 Eu sei... Já sofri, mas não deixo de amar... 

Se chorei ou se sorri ... 

O importante é que emoções eu vivi” 


E, assim sigo um Matuto Caminhante.