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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Jeca Tatu: O Livro

Obra do imortal Monteiro Lobato.
35ª Edição - 1973
A obra de maior divulgação em todo o Brasil
(FONTOURA)

(Aguardem a próxima postagem)

sábado, 8 de dezembro de 2012

Jeca Tatu e a propaganda brasileira


Recebi há duas décadas um presente que guardo com muito carinho. Foi livro da CBBA – Castelo Branco e Associados Propaganda S.A, edição especial e fora do comércio.

A partir de agora iremos reproduzir através de várias postagens este livro relíquia da propaganda e do marketing brasileiro.

“Existe um estilo brasileiro de propaganda? Eis uma tese que tem despertado o interesse de muitos de nossos melhores profissionais. Rodolfo Lima Martensen, Orígenes Lessa, Sangirardi Jr., Caio Domingues, Hiram Castello Branco, Ricardo Ramos, entre outros, têm voltado sua atenção para essa tese fascinante. Diante da pergunta, Ricardo Ramos respondeu categoricamente sim. E define esse modelo brasileiro de propaganda como sendo ‘o irreverente e o ingênuo, a sátira e a rima, o humor mestiço e o nacionalismo verde-amarelo’. ‘Há um forte impulso nas suas manifestações mais puras, diz Ricardo, que não se detém de tabus: religião, política ou sexo. E sendo assim espontâneo, e alegre, e solto, facilmente se distingue como um padrão no quadro de nossa propaganda’.

Os criados desse modelo de propaganda brasileiro foram os escritores e poetas da geração pré-profissional: Casemiro de Abreu, Olavo Bilac, Guimarâes Passos, Hermes Fontes, Bastos Tigre, Emílio de Menezes, Guilherme de Almeida, e o mais notório deles – Monteiro Lobato.

E depois? Depois veio o profissionalismo e, com ele, a internacionalização e a perda do sentido verde-amarelo.

Todos nós, a partir de então, nos entregamos ao fascínio das técnicas americanas. Elegemos os padrões americanos como ideal publicitário, como objetivo a alcançar, como gol e aspiração profissional.

Para aderirmos a sofisticação mas acaraterísticos padrões internacionais, esquecemos nossas raízes, ignoramos os valores culturais barsileiros e os caminhos pioneiros da Casa Mathias, com o bigodudo Mathias e Dona Virgolina; do Dragão em frente à Light, que pretensiosamente virou a Light em frente ao Dragão; dos lábios se entreabrindo nas sílabas de Lu-go-li-na; do ‘belo-tipo-faceiro-que-o-senhor-tem-ao-seu-lado1; e desse extraordinário Jeca Tatu, que virou símbolo nacional.

Claro que esses eram caminhos primários e amadorísticos. Mas caminhos abertos por amadores que tinham o sentido da comunicação popular, da linguagem autêntica, caracteristicamente nossa.

Não pretendo eleger esses exemplos em modelo de uma propaganda brasileira. Mas me agrada especular onde teríamos chegado se não tivéssemos renegado nossas raízes para nos entregarmos, como passivos adoradores, às deusas do Madison Avenue.

Vejam bem: sempre valorizei a contribuição das chamadas agências internacionais para o desenvolvimento técnico e ético de nossa profissão no Brasil. E continuo a ter o maior respeito pelo trabalho da Thompson, da N. W. Ayer, da McCann Erickon, que foram as grandes escolas de propaganda e marketing deste país. Nossa dívida para com essas empresas é muito grande. Mas não é este o ponto. O que eu quero dizer é que poderíamos absorver suas avançadas técnicas de marketing e propaganda, conservando a autencidade de nossas raízes e nossos valores culturais.

Também não desejo parecer culturalmente jacobino, ou antagônico às correntes do pensamento e da arte universais.

Mas por que não podemos fazer pela propaganda brasileira o que Villa-Lobos fez pela música, Jorge Amado pela literatura, Di Cavalcanti pela pintura?

Isto é, atingir o universo através do regional; ou melhor, universalizar os valores nacionais. Como Villa-Lobos, que construiu suas bachianas a partir de motivos autenticamente brasileiros; como Jorge Amado, que fez o mundo inteiro amar a Bahia; como Di Cavalcanti, que colocou nossa mulata ao lado da Vênus de Milo, da Afroditede Praxíteles, e de Marilyn Monroe.

É neste sentido salutar que se verifica, hoje, um movimento de retomada de uma linguagem brasileira.

Hiran Castello Branco, no 3º Congresso Brasileiro de Propaganda realizado em São Paulo, em 1978, apresentou uma tese sobre uso e preservação da cultura nacional na propaganda. ‘O estímulo à cultura, escreveu então, como forma de elevar a auto-estima de um povo, deve ser adotado, sempre que pertinente, na medida em que serve à necessidade maior de ajudar a formar a nação. O que se deseja é, portanto, alertar para a importância de se preservar e estimular o uso de nossa linguagem, sempre que a esfera das motivações de uso e o quadro de referências do consumidor estejam na instância das culturas nacionais e regional ou local, mantendo a consciência da importância deste procedimento para a formação cultural do consumidor brasileiro, além de sua eficácia a nível técnico’.

‘Campanhas atuais, continua Hiran, derivadas de desafios de violeiros, sambas-de-breque, tradições do interior, têm sido uma constante, a demostrar que o fenômeno é perene. Cabe mesmo ressaltar que, em muitos destes casos, os anunciantes são empresas multinacionais’.

Foi com este objetivo que a CBBA, Castelo Branco e Associados, criou o Prêmio Jeca Tatu, que visa distinguir anualmente as campanhas de propaganda que melhor valorizam a nossa cultura, e que tem sido prestigiado pela Academia Brasileira de Letras na pessoa de seu Presidente, o acadêmico Austregésilo de Athayde.

Este prêmio instituído pela CBBA recebeu o nome de ‘Jeca Tatu”, como homenagem à obra-prima da comunicação persuasiva de caráter educativo, plenamente enquadrada na missão social agregada ao marketing e à propaganda, que é o ‘Jeca Tatuzinho’.

Ao reproduzir, nesta publicação, uma das primeiras edições deste trabalho – de que já foram impressos até hoje mais de 100 milhões de exemplares -, a CBBA se associa às comemorações do centenário de Monteiro Lobato, pioneiro no uso da linguagem brasileira na propaganda”.

Renato Castelo Branco – Presidente do Conselho Diretor.


sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Chaves magnéticas de hotéis.

Colaboração de Ruth Falcão

Para quem viaja e está pegando hotéis dispões de novo tipo de chave, e mesmo porque logo a maioria estará com este tipo de chave = cartão magnético para abrir as portas, quase igual ao cartão de crédito.
Alguma vez você já se perguntou o que está armazenado nas chaves magnéticas (que se assemelham aos cartões de crédito) dos hotéis?





Veja as informações e mude seus hábitos:

a. Nome do hóspede
b. RG, CPF ou Passaporte
c. Endereço do hóspede
d. Número do apartamento do hotel
e. Datas do check-in e ckeck-out
f. Número do cartão de crédito, e sua data de validade!
g. e-mail do hóspede

Quando você as devolve na recepção, suas informações ficam lá disponíveis para qualquer funcionário com acesso ao 'scanner' do hotel.

Ou ainda, um funcionário pode levar um monte delas para casa e, utilizando um aparelho de 'scanner' magnético, ter acesso às suas informações e sair gastando pela internet.
Simplificando, os hotéis não apagam as informações das chaves magnéticas até que um novo hóspede faça uso delas, quando sua informação sobrescreverá as do antigo hóspede. Mas até que a chave seja reutilizada, ela fica, geralmente, na gaveta da recepção com as suas informações que nela foram "armazenadas"

Resumindo:

Guarde com você suas chaves magnéticas, leve-as para casa ou as destrua.
Nunca as deixe no quarto, no lixo do banheiro e JAMAIS as devolva para a recepção quando estiver fazendo o check-out. Os hotéis não podem cobrar pelas chaves (é ilegal) e você terá certeza de que não estará. deixando um monte de informações pessoais valiosas que podem ser facilmente acessadas, e utilizadas, com um 'scanner' magnético.

Pela mesma razão, se você chegar ao aeroporto e descobrir que ainda está carregando a chave com você, não a jogue nas cestas de lixo.
Leve-a para casa e a destrua com uma tesoura, cortando principalmente a faixa magnética nas costas da chave.

Fonte: Departamento da Polícia Federal

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Pólo Hoteleiro do Cabo Branco


Segundo pesquisa realizada pelo jornalista Wills Leal mostra que a praia do Cabo Branco é o principal pólo hoteleiro da Paraíba.

O estudo se encontra em fase final e deverá ser publicado nos primeiros meses do próximo ano.

Foram identificados nas quatro praias analisadas (Cabo Branco, Tambaú, Manaíra e Bessa), setenta e cinco equipamentos hoteleiros, sendo 35 em frente ao mar, e o restante entre as duas avenidas paralelas a da orla.

A concentração dos equipamentos hoteleiros (hotéis, pousadas, etc.) fica instalada na praia do Cabo Branco e todos estão na primeira avenida. Esses equipamentos também possuem o maior número de leitos.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Valle Tierra Mayor e Valle de Lobos


O Valle Tierra Mayor está localizado a 22 km de Ushuaia, é o centro de esqui mais completo da região, sendo pioneiro na prática e aluguel de wind-ski. Também é possível realizar caminhadas.

No Valle de Lobos a neve perdura o inverno todo graças à localização do centro, que se encontra no resguardo dos ventos que sopram nos vales. A atividade mais destacada durante o inverno é o passeio de trenó puxado por cães.






quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Farol do Fim do Mundo


Ushuaia é a cidade mais austral do mundo – também conhecida como o “Fim do Mundo”. A cidade está localizada na Ilha da Terra do Fogo na Argentina.

Ushuaia é o ponto de partida para percorrer e descobrir lugares únicos na Argentina: navegar no Canal de Beagle, alcançar o Farol do Fim do Mundo, percorrer o Parque Nacional mais austral do mundo, e partir desde sua baía até a imensa e misteriosa Antártica.

Ushuaia possui uma rede hoteleira de nível internacional, com estabelecimentos de até cinco estrelas e uma excelente gastronomia, da qual se podem saborear delícias como a centolla, a merluza negra e o cordeiro patagônico.



terça-feira, 27 de novembro de 2012

Parque Nacional Terra do Fogo

Distante a 12 km ao oeste da cidade de Ushuaia é o único parque da Argentina com saída ao mar e ocupa uma superfície de 63.000 hectares, habitat de espécies vegetais como lengas, guindos, calafates, notros, orquídeas, violetas, entre outras.

Passeando no parque o visitante observa diversas vistas panorâmicas do Canal Beagle emoldurado pelas montanhas e bosques. Fizemos diversas caminhadas, entre elas, destacamos a trilha que leva a Laguna Negra e aos diques de castores. Conhecemos também a Bahia Lapataia e as margens do Lago Roca, cujas águas mudam conforme o clima.