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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Venci o Covid19. Viva a Vida!


A vida é uma viagem. Como viajantes viciados, eu e minha família, atravessamos, mais uma vez, os sete mares. Algumas vezes, num mar de almirante, noutras, singramos no mar das tormentas. Como diz Santo Agostinho: “Quem não viaja, não passa da primeira página de um livro”. 

Após escrever e publicar no meu blog cmtrigueiro.blogspot.com e na Revista Genius – 45, o artigo “Nossa experiência com o Covid19 nos Estados Unidos”, me vi novamente envolto em mais uma experiência de gosto amargo.

No dia 20 de julho de 2020, por volta das 18hs começamos a sentir um estado febril e certa moleza no corpo. Logo que Ângela, minha esposa, chegou de seu consultório, relatei meu quadro. Imediatamente, ela me medicou um antitérmico e um comprimido de Azitromicina 500 mg. No dia seguinte, amanheci sem febre e com menos moleza. 

Recheados de duvidas onde o medo era a brisa que soprava a vela que podia nos levar à terra de ninguém, como bons marinheiros, marcamos logo, uma consulta com o doutor Túlio Petrucci, pneumologista, atencioso e muito competente. 

Diante da possibilidade de ter contraído o maldito vírus da Covid19, nos foi recomendado o isolamento em casa. No quarto dia, fizemos os exames e o resultado foi positivo para o Coronavírus SARS-Cov-2 (Covid19), bem como o PC do Tórax. 

Embora, no mastro a bandeira tremulasse a esfinge do maligno, vírus, cá́ em baixo, quem segurava o leme, era Deus que seguramente nos levou, mais uma vez, a atracar em um porto seguro, aonde chegamos restabelecidos, mais fortes, e acima de tudo, com mais fé́ e confiantes na fidelidade divina. 

Nessa navegação, “não sou eu quem me navega, quem me navega é o mar”, como bem disse Paulinho da Viola. No décimo dia de isolamento e devidamente medicados, novos fatos surgiram... Algumas erupções nos braços e nas costas. Informado, o médico confirmou que isso fazia parte dos sinais da Covid19, e que em dois ou três dias desapareciam. O que de fato ocorreu.

Terminada a quarentena, refiz os exames e, graças a Deus, os resultados foram negativos. Só́ Ele pode aquilatar a alegria de nossa sensação de renascimento e de felicidade transbordante, de um novo normal. Agora, com a maré mais calma, sentimo-nos na obrigação de compartilhar nossa terrível experiência, com familiares e amigos, salientando, sempre, que logo nos primeiros sinais e sintomas, não vacilem, busquem de imediato, orientação médica. E, agora se vacine.

Passada a tempestade e voltando a calmaria, resolvemos curtir a vida. Para tanto, impossibilitado de viajarmos para o exterior, resolvemos passar uns dias na cidade de Natal (RN) e, para tanto, escolhemos um dos hotéis de sua na Orla Costeira. 

Como não poderia ser diferente, escolhemos um que tenha como compromisso, seguir todas as precauções e recomendações sanitárias; desde o uso de luvas descartáveis, pontos com álcool gel a, sacos descartáveis para acondicionar as mascaras etc. Na verdade, um novo modelo de hospedaria. Foi uma tranquilidade, acompanhada de muito vinho, para comemorar nosso renascimento. 

Analisando a História, constata-se que não é a primeira vez que a humanidade se ver aterrorizada por esse tipo de desastre, onde milhares e até milhões de vidas foram ceifadas. O mundo, pós-pandemia Covid19, jamais será́ o mesmo! E mais, a vida em sociedade, também não será́ mais a mesma. Viveremos mais distantes um do outro. Menos beijos e abraços, como nós, especialmente o povo brasileiros gostávamos. O positivo disso tudo, é o sentimento de novos valores, de solidariedade, de amor e respeito ao próximo, e, acima de tudo, nossa proximidade com o Criador.

domingo, 24 de janeiro de 2021

Mercado Municipal de São Paulo

Quando viajamos gostamos de conhecer os mercado públicos das localidades. Esses mercados são, na verdade, a fotografia cultural, histórico, gastronômico e das qualidades dos seus habitantes.

Em nossa última visita à capital de São Paulo, fomos visitar mais uma vez o mercado municipal da cidade. É na verdade uma visita obrigatória para turistas de todo o Brasil e do Exterior. É um dos pontos turísticos gastronômicos da cidade.

O Mercadão como é conhecido pelos seus frequentadores, é possível encontrar de verduras, legumes e frutas fresquinhas, passando por carnes, aves, peixes e frutos do mar, a massa, doces, especiarias e produtos importados de primeira linha, destacando o bacalhau do Porto.

Ponto alto do Mercadão é degustar o pastel ou bolinhos de bacalhau e o sanduicho de mortadela. Delícias dos deuses, além de apreciar a beleza arquitetônica do prédio. 

que tem a permissão de uso do espaço para comercialização dos produtos nos boxes do Mercadão – têm seus interesses representados pela Renome, uma associação de direito privado, constituída por tempo indeterminado e sem fins lucrativos.

Vale a pena conhecer. Recomendamos !










 

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Campos do Jordão - Janeiro 2021


Impossibilitados de passar o aniversário de Ângela (11/01) no exterior como ela desejava, resolvemos conhecer uma cidade linda e estritamente turística – Campos do Jordão.


Chegamos o 08/01/2021 ao aeroporto de Internacional de Guarulhos em São Paulo e imediatamente tomamos um Urbe, previamente contratado, que nos levou a essa cidade. O veículo foi conduzido pelo senhor Waldo (+55 11 94321), profissional competente, gentil e, sobretudo, profissional.

 

Fizemos uma parada técnica em Aparecida com o fito de conhecer o Santuário de Nossa Senhora Aparecida e assistir a missa do meio dia. Ficamos encantados com o local.

 

Ficamos hospedados na Pousada Campos de Provence no bairro Capivari no centro da cidade. Hospedaria aconchegante, profissionais treinados e, principalmente, nota dez em higienização, obedecendo todas as normas sanitárias para Covid19.

 


Campos do Jordão é um município na Serra da Mantiqueira no Estado de São Paulo. Engloba uma cidade linda, onde é comum a arquitetura de estilo suíço, e o Parque Estadual de Campos do Jordão, a nordeste. Abrangendo um terço do município, as florestas de pinheiros do parque e as montanhas albergam várias aves e animais em risco de extinção, incluindo pumas e jaguatiricas.

 













Tivemos a oportunidade de conhecer  os seguintes pontos turísticos: Parque do Capivari; Morro dos Elefantes com a chegada através do teleférico; Passeio no Bondinho (antiga rede ferroviária); Visitas a duas fábricas de chocolates; Amantikir Jardins; Pedra do Baú e o Palácio Boa Vista. A temperatura média nessa época era em torno de 16 graus positivos.

 


A nossa volta para São Paulo se deu no dia 13/01, também através do Urbe conduzido pelo senhor Waldo. Ficamos na Capital do Estado até o dia 18/01, onde voltamos visitar os principais shopping da cidade e degustar o que de melhor tem na gastronomia paulista.

 














Recomendamos conhecer Campos do Jordão. 


quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Desde os Tempos de Almagre (Praia do Poço)


 

Acabo de receber um presente valioso do meu amigo fraterno de longas datas, José Juvênciode Almeida Filho, com a colaboração como consultor de outro grande amigo de juventude, nascida na querida praia no Poço. Antônio (Toinho) Smith. Li o livro de uma "tacada só" como se diz lá nos Patos. Muito interessante os relatores do autor e do consultor sobre a história da Igreja do Almagre de Capela do Poço.


Dois fatos me chamaram atenção: 1) Em 1959 papai e mamãe resolveram nos trazer para conhecer comprar a praia do Poço. Num primeiro momento foi choque divino de todos pelas belezas da praia e pelo acolhimento das pessoas que tivemos os primeiro contatos. Resultado no ano seguinte eles compram uma casa para a gente passar a veranear. Foi uma decisão mais sábias do casal. Mas, o que tem a ver com o livro dos amigos. Na página 12 do livro citam: "Há registros de que essa propriedade foi comprada em 1857, pelo Padre Leonardo Antunes Meira Henriques, passando a ser povoado de pescadores, muito frequentado pelos veranistas". Então, minha tem como origem familiar MEIRA. 2) Juvêncio relata na página 17 que "Em bandos alegres e barulhentas, os jovens, munidos de facas, canivetes e às ate de formões e escopos, tinham objetivo maior, deixarem gravados, nas pedras seculares, os seus nomes e os nomes das namoradas, complementados por dois corações entrelaçados e atravessados pela infalível flexa de Cupido". Eu e outros
amigos e amigas, não vou delatar eles, eram esses jovens que saímos em bando para a Fazenda do Sr. Alvaró Jorge, onde está localizada as ruínas de Almagre. É bem verdade que não sabíamos do prejuízo de causaríamos, usando a ponta do canivete, rasgando as rochas de calcário, ao esculpir as letras iniciais dos nossos nomes. Vale ressaltar agora se pecamos pela nossa falta de informação sobre os danos causados a tão importante obra, pior é descaso das autoridades em não preservar sua história.