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sábado, 22 de janeiro de 2011

Luzern (Suíça)

Maior cidade da região da Suíça, Lucerna (Luzern), fica na margem oeste do lago homônimo. Essa antiga aldeia pesqueira ganhou importância com a abertura do passo St. Gotthard, em 1220. Lucerna é uma cidade compacta, fácil de explorar a pé. Foi o que realizamos durante um dia.

A melhor vista de Lucerna é apreciada nas torres das fortificações medievais que cercam o centro medieval ao norte. Os principais bairros de comércio ficam na margem sul, a sudeste da estação de trem e no centro medieval, na margem norte do rio Reuss.

A histórica Cidade Antiga (Altstadt) de Lucerna fica em uma curva rasa do Reuss, no ponto em que o rio sai do lago Lucerna. É muito bonita essa área. Bem conservada e, é onde se concentra o maior fluxo de turista. 

Suas principais atrações são: Rathaus (concluída em 1606, a prefeitura renascentista tem fachada ornamentada. A entrada é ladeada por colinas duplas); Ponte da Capela (coberta, esta ponte para pedestres tornou-se o símbolo de Lucerna. Feita no século 14, foi parcialmente consumida por um incêndio em 1993 e depois reconstruída); Weinmarkt (esta praça central na qual se vendia vinho, tem diversas casas bonitas, muitas das quais eram guildas); Kapellplaz (a fonte desta praça é coroada pela figura de Fritshi, um personagem histórico associado a alegria e promotor de grandes festivais musicais e culturais da cidade.

Outras atrações turísticas são: Igreja Jesuíta, Fransziskanerkirche (Igreja Franciscana), KKL é o centro cultural e de convenções da cidade. É um surpreendente edifício modernista de vidro e aço que projeta sobre o lago de Lucerna. 


Apesar de termos passado somente um dia, aconselhamos uma visita de dois dias com pernoite. Existem bons hotéis e pousadas e fica a cerca de 50 minutos de Zurick por trem.


A próxima postagem será sobre os Alpes Suíços.








quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Zurich – Suíça

Zurich é a capital financeira da Suíça e sua cidade mais rica. Com posição de prestígio no setor bancário internacional, Zurich é um dos maiores mercados internacionais de ouro, e sua bolsa de valores é uma das mais importantes do mundo.

Zurich tem uma vida cultural extremamente ativa, inovadora e multifacetada. A vida noturna, que se concentra no bairro de Zürich West e no Industrie -Quartier, também é forte e suas boates estão entre as mais animadas da Europa.

O turismo é fundamental para a economia doméstica do país, portanto, há uma infraestrutura altamente desenvolvida e nota-se uma atitude positiva dos suíços em ajudar os visitantes ou turistas a aproveitarem sua estada ao máximo. Com seus serviços públicos eficientes e uma das taxas de criminalidade mais baixas do mundo industrializado, a Suíça é um país muito seguro para estrangeiros.

Os visitantes podem entrar na Suíça com qualquer quantia em dinheiro. A moeda local é o famoso franco suíço, cuja abreviação e CHF uma das moedas mais estáveis do mundo.
Ficamos hospedados no Crowne Plaza- www.cpzurich.ch.



Principais atrações da cidade:

Schweizerisches Landesmuseum: Museu Nacional Suíço ilustram a história e a cultura do país desde a pré-história até a atualidade. Ponto alto para visitação: Cofre para Clientes e o Globo.

Hauptbahnhof: A monumental estação de trem neorrenascentista de Zurich é uma das grandes referências locais. Concluída em 1871, continua bem conservada, e a estrutura original do saguão principal se mantém inalterada.

Bahnhofstrasse: Com traçado de norte a sul e seguindo a margem do Zürichsee, a longa avenida Bahnhofstrasse segue o contorno do famoso fosso dos tempos medievais. Apropriada para pedestres e cruzadas por bondes, é a principal rua de compras de Zurich e seu centro comercial. Ladeada por lojas sofisticadas e restaurantes chiques, abriga também as sedes de muitos bancos suíços importantes.

Augustinerkirche: Bela e despretensiosa, esta igreja do gótico primitivo foi construída no final do século 13 para uma comunidade de monges agostianos.

St. Peters Kirche: O traço mais marcante da igreja de St. Pedro é o grande relógio. Com diâmetro de 8,7m, é o maior da Europa. A parte principal da igreja foi construída de 1705 a 1716, com o formato de uma basílica dotada de galerias e com um surpreendente interior barroco.

Waserkirche: Esta igreja gótica marca o local onde Felix e Regula foram martirizados nos tempos romanos. A igreja é chamada também de “Igreja da Água”.

Grossmünster: As duas altas torres da Grossmünster, ou Grande Sé, dominam a silhueta de Zurich a partir da margem leste do Limmar.

Niederdorf: Formado por uma malha dentro de ruelas com calçamento de pedra na direção do Limmatquai, o bairro de Niederdorf é o coração da parte leste da Cidade Antiga.

Kunsthaus: Maior museu de arte da Suíça, a Kunsthaus tem importantes obras que variam de pinturas sacras medievais e telas dos Velhos Mestres holandeses a pinturas impressionistas e pós-impressionistas. Os pontos altos são: Cabanes Blanches e “A Sagrada Família”.







segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Suíça

Zurich

A Suíça é uma das nações mais ricas do mundo. É um país próspero e altamente industrializado, com estilo de vida cosmopolita. A economia da Suíça se baseia em bancos, comércio internacional, no setor de serviços, manufatura, agricultura e turismo. O padrão de vida é alto, o desemprego baixo e a renda per capita é uma das mais altas do mundo.

A Suíça também tem uma tradição de excelência científica. Foi em Berna que Albert Einstein desenvolveu a teoria da relatividade. E, até o momento, um total de 25 cidadãos suíços já ganharam o Prêmio Nobel por seus trabalhos. O Instituto Federal de Tecnologia em Zurique – visitamos, e o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear, perto de Genebra, colocam a Suíça na vanguarda da pesquisa científica.

Os suíços são meticulosos na preservação de seu ambiente natural. Por exemplo: Os rios e o lagos localizados em cidades do porte de Lucerna – visitamos - Berna ou 
Zurique, são limpos e totalmente seguros para nadar. É um dos países que tem a melhor qualidade de vida do mundo. A Suíça também foi o primeiro país a tornar obrigatório o uso de conservadores catalíticos de carros.

Zurich
O turismo é de fundamental importância para o país. Há uma infraestrutura altamente desenvolvida e os suíços são hospitaleiros e tem uma atitude positiva com os turistas que visitam o país. O alemão é idioma mais falado na Suíça, seguido do francês, italiano e inglês. O fuso horário é de quatro horas a mais do que o horário de Brasília no inverno e cinco horas a mais no verão. A moeda suíça é o franco suíço (CHF), bastante forte.

Lucern
Zurich



A gastronomia suíça é bastante diversificada o que reflete as diferenças culturais e regionais do país. O restaurante típico do país é o caseiro que serve diversos pratos locais, conforme a região geográfica. Nas grandes cidades como Zurique e Genebra têm restaurantes de alta classe que servem cozinha internacional.

Lucern

Cerca de dois terços do território suíço consistem em áreas alpinas e subalpinas. Em atitudes mais baixas, de até 1.500m predominam terras agrícolas e árvores decíduos. Em atitudes acima de 3.000m, musgos e liquens cobrem uma desolada paisagem rochosa, e liquens cobrem uma desolada paisagem rochosa, acima da qual existem campos nevados, geleiras e picos sempre nevados. Visitamos um desses picos que foi Titles perto de Lucerna. As próximas postagens serão as cidades visitadas na Suíça.

Lucern



Alpes Suíços



Alpes Suíços


Alpes Suíços


Alpes Suíços

Alpes Suíços

Alpes Suíços

Alpes Suiços

domingo, 16 de janeiro de 2011

C&A lança coleção em parceria com Christina Aguillera

A C&A realiza parceria com mais uma cantora internacional, que assina coleção da marca. Depois de Beyoncé, Nicole Scherzinger e Fergie, é a vez de Christina Aguillera dar seu estilo à nova linha. A cantora marcará presença na São Paulo Fashion Week, evento patrocinado pela C&A, para oficializar a novidade e fotografar para a campanha.  As peças chegam às lojas ainda no primeiro semestre deste ano.

Mais da metade das classes C e D não é bancarizada

Cerca de 54% das pessoas das classes C e D não são bancarizadas, é o que diz o estudo encomendado pela MasterCard ao Instituto Ipsos. O objetivo da análise é conhecer o comportamento do público desse segmento em relação aos seus hábitos financeiros e de consumo. A denominação não-bancarizado se refere a pessoas que não possuem produtos e serviços financeiros em instituições bancárias.
Em relação aos bancarizados dessas classes, a pesquisa aponta que 80% possuem cartão de débito; 69% conta corrente; 52% poupança e 49% cartão de crédito. O dinheiro, no entanto, continua sendo bastante utilizado. Apesar da estabilidade econômica abrir um espaço favorável ao crédito, este nicho ainda não possui produtos e serviços do tipo e apresenta oportunidades para o setor.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Dubrovnik – Croácia


Dubrovnik fica em Dalmácia uma das regiões mais encantadoras da Europa, como também é a região mais visitada da Croácia. Junto às águas límpidas do Adriático, Dubrovnik era até a guerra irromper em 1991, um dos grandes destinos turísticos internacionais da Dalmácia, renomada pela beleza de seus monumentos, muros magníficos e atmosfera acolhedora.
Só após o acordo de Erdut, de 1995, é que a vida da cidade começou a voltar ao normal. A Unesco e a União Européia formaram uma comissão especial para a reconstrução de Dubrovnik, e em curto espaço de tempo boa parte dos danos foi reparada. Hoje, Dubrovnik é outra cidade. Linda!

Principais atrações turísticas:

Muros: Símbolo de Dubrovnik, os muros oferecem vistas esplêndidas da passarela dos guardas. Os muros e muralhas têm 1.940m de extensão e em algumas partes atingem uma altura de 25m.

Portão Pile: Esta é entrada principal para o velho centro fortificado. A ponte de pedra que leva ao Portão Pile é de 1537.

Torre Minceta: Esta é estrutura defensiva dos muros mais visitada. Foi projetada em 1461 e concluída três depois. A torre semicircular é coroada por uma segunda torre com vãos no topo.

Grande Forte de Onofrio: Este é um dos monumentos conhecidos da cidade. Fica na praça que se abre logo após o Portão Pile.
Stradùn (Placa): Esta rua ampla, que cruza a cidade de leste a oeste entre dois portões, é conhecida como Etadun ou Placa. Ela foi construída no século 12, por meio da drenagem e terraplanagem do canal pantanoso que separa a ilha de Ragusa do continente.

Igreja de São Blásio: É uma igreja linda e contém muitas obras de arte barrocas. O altar principal tem uma estátua do padroeiro Blásio produzida no século 15, em prata folheada a ouro. Ela mostra o santo segurando uma miniatura da cidade.

Palácio do Reitor: Durante séculos o Palácio do Reitor foi o centro político e administrativo da República de Ragusa, abrigando o Conselho Superior, as instalações do reitor e salas para reuniões diplomáticas e audiências oficiais.

Catedral e Tesouro: A catedral foi construída pelos arquitetos romanos Andrea Buffalini e Paolo Andreotti após o terremoto de 1667. O interior tem três naves cercadas por três absides. Pinturas de artistas italianos e dálmatas dos séculos 16-18 decoram os altares, ao passo que a Assunção de Ticiano domina o altar principal.

Mosteiro Domiciano: A construção do mosteiro começou em 1315 e logo ficou claro que, devido ao tamanho do complexo, os muros da cidade teriam de ser ampliados. Um longo lance de degraus com balaustrada de pedra leva à igreja. A porta, obra de Bonino de Milão, é decorada com uma estátua romântica de São Domingos.

















Ficamos hospedados no Hotel Excelsior – excelente, na cidade antiga.