Páginas

quinta-feira, 16 de novembro de 2023

Um Matuto Caminhante: Sumário (Versão Preliminar)

 SUMÁRIO

 

 

Capítulo 1 – Patos

Capítulo 2 – Como tudo começou

            2.1. Árvore Genealógica das famílias Pessoa e Trigueiro

            2.2. Da minha infância ao início da fase adulta

            2.3. Carnaval em Patos

            2.4. Dos estudos

            2.5. Tiro de Guerra 152

Capítulo 3 – A Família Pessoa Trigueiro 

Capítulo 4 – São João em Patos e Fazenda Bonita 

            4.1. São João em Patos

            4.2. Fazenda Bonita

Capítulo 5 – Festa Universitária de Patos

Capítulo 6 – Campina Grande e Bananeiras

            6.1. Bananeiras

            6.2. Campina Grande

Capítulo 7 – Praia do Poço 

            7.1. A praia

            7.2. O carnaval 

            7.3. A vida na praia e Badionaldo

Capítulo 8 – Recife e Olinda

            8.1. Recife

            8.2. Olinda 

Capítulo 9 – Praia de Gaibu, Fazenda Capuxu e Gravatá

            9.1. Praia de Gaibu

            9.2. Fazenda Capuxu

            9.3. Gravatá

Capítulo 10 – Iate Clube da Paraíba e Esporte Clube Cabo Branco

            10.1. Iate Clube da Paraíba

            10.2. Esporte Clube Cabo Branco

Capítulo 11 – Universidade Federal de Pernambuco

Capítulo 12 – Universidade Federal da Paraíba

Capítulo 13 – Universidade Católica de Pernambuco

Capítulo 14 – UNIMED Norte/Nordeste 

Capítulo 15 – Polyutil S/A

Capítulo 16 – PBTUR

Capítulo 17 – Rotary Club João Pessoa Norte

Capítulo 18 – Os livros 

Capítulo 19 – Academia Paraibana de Cinema

            19.1 – Os patronos e ocupantes das diversas cadeiras são:

            19.2 – Tributo ao Patrono da Cadeira n° 48

            19.3 - Osvaldo e sua lâmpada maravilhosa

Capítulo 20 – Viajando pelo mundo

            20.1. Países e cidades visitadas (até 2020)

            20.2. Do Alaska a Patagônia Argentina

            20.3. De Moscou/Saint Peterburg/Cape Town e arredores

            20.4. Da Nova Zelândia ao Chile

            20.5. Do Japão para Nova York

Capítulo 21 – Kakito e Raquel

            21.1. Kakito

            21.2. Kell

Capítulo 22 – Uma Pausa 

 

quarta-feira, 15 de novembro de 2023

Um Matuto Caminhante. Agradecimentos e Dedicatória. (Versão Preliminar)

 AGRADECIMENTOS


 

Ninguém faz nada só. Principalmente, quando se trata de uma autobiografia.

Como não podia ser diferente, contei com a colaboração de várias pessoas, entre familiares e amigos. Assim, agradeço aos meus pais, Carlos e Leonor Trigueiro e minha tia Amélia que não param de me inspirar e que me ensinaram que ajudar as pessoas a fazer o melhor é o objetivo mais nobre que se pode almejar. Aos meus irmãos Alberto (in memoriamFernando, Osvaldo, George e Humberto pelas sugestões e críticas, como também aos meus irmãos e irmãos por parte de pai. Ao amigo de infância Garibaldi Soares, colaborador de fundamental importância, na recordação de fatos vivenciados juntos.

Registro aqui, um agradecimento especial ao amigo e parceiro intelectual, Julio Marques Neto, sem o estímulo e orientação, talvez esse livro não fosse escrito.

Agradeço, também, aos amigos e colegas que consultei no decorrer da elaboração deste livro, em especial a Roberto Cavalcanti, Graça Marques, Wilson Marinho, Antônio Fernandes, Sérgio (in memoram) Martinho e Fábio Smith. Outros amigos, inclusive, que já foram para outro plano. Tentar enumerá-los seria incorrer no risco de imperdoáveis omissões.

Enfim, não sou perfeito. Sou apenas um caminhante que a cada curva da estrada busca corrigir o rumo, sempre guiado em nossa luz maior - Deus.

 

 

Carlos Meira Trigueiro

 


Carlos Dantas Trigueiro e Familiares


DEDICATÓRIA

 

A Ângela minha esposa, um exemplo de amor e coragem.

A nosso querido filho, Carlos Filho, Kakito, (in memoriam).

A nossa amada filha, Raquel, Kell, pela dedicação e compreensão, pois sem ela, tudo seria mais difícil. Cada um a seu modo, Kakito e Kell têm sido a luz e a força de nossa caminhada.

segunda-feira, 13 de novembro de 2023

Orelha do meu próximo livro em 2024: Um Matuto Caminhante (Versão Preliminar)

     

Garibaldi Soares
Em 1945, terminada a guerra, exsurge a paz e a perspectiva de um mundo melhor. A cidade de Patos, à época, estribada na tríade Deus, Família e Trabalho era uma pequena e brava sociedade patriarcal que heroicamente convivia com os implacáveis efeitos das secas e da falta de energia.

     A falta d’água e a fome, terror do povo - festa dos Urubus. Triste realidade só suportada frente às promessas, nunca cumpridas, dos políticos de plantão. Saindo disso, restava à imorredoura fé em Deus e com ela, o dia 19 de março, dia de São José, padroeiro dos agricultores. O “arquiteto” João de Barro e o voo nupcial da Tanajura, meteorologistas de então, prenunciavam se os açudes iam sangrar e os rios correr de barreira a barreira. Hoje, em 2023, o secular problema da seca está sendo superado, com a inauguração do “Canal do São Francisco” e, em breve o carro pipa estará aposentado.

     Quanto à energia elétrica, à época, gerada por motor a diesel, parecia uma tocha de candeeiro, de tão precária e mesmo assim, coisa para poucos. Luz mesmo, só da lua e das estrelas, eternas inspiradoras dos namorados; sem esquecer os Vaga-Lumes que com sua luz atraiam as crianças a brincar, dando-lhes um minuto de paz e liberdade. Só, a partir de 1958, com a inauguração da Hidrelétrica de Paulo Afonso, o problema foi definitivamente resolvido.


     Quanto às crianças, a escola e o dever de casa ocupavam 70% do sol, restando três horas para diversão. A realidade cotidiana conflitava com o mundo dos sonhos. O livro era o caminho da independência da mocidade que já aos 15 anos migrava rumo às cidades maiores objetivando fazer um curso superior. A colação de grau era a porta para a universidade da vida.

     

    O diferencial desta autobiografia reside na capacidade do autor de dar vida aos fatos juntamente com as pessoas que passaram na sua caminhada. Com certeza na condição de coadjuvante, ou figurante, o leitor vai se encontrar em algum capítulo.

    

     Abrir a caixa preta da vida para mostrar vitórias é fácil. O difícil é se mostrar por inteiro, inclusive, os traumas e, isso, Carlos fez com muita coragem e resignação. Sua trajetória está enraizada na família, pois, geminados ao autor caminham duas grandes guerreiras e companheiras inseparáveis, - Ângela, sua esposa, e a filha Raquel (Kell), todos aluminados, pelo Anjo, Carlos Trigueiro Filho (Kakito).

     

    Quem se aventurar a navegar no túnel do tempo do timoneiro Carlos Meira Trigueiro, com certeza, terá um imenso prazer, ao mergulhar nas aventuras de sua vida recheadas de fatos pitorescos tanto do sertão, como no mundo, o que, acima de tudo, servem de experiência aos mais jovens que não tiveram a oportunidade de vivenciar, in loco, o que é a vida de um matuto.

 

Garibaldi Soares de Oliveira

sexta-feira, 10 de novembro de 2023

Contra Capa do meu próximo livro a ser lançado em 2024 - Um Matuto Caminhante (Versão Preliminar)

UM MATUTO CAMINHANTE

 

Na minha, nossa caminhada, construímos uma família feliz, embora, nos últimos tempos, vivamos uma mistura de felicidade, com pitadas de saudade e sofrimento. Sim, apesar das aparências, tudo é aparência, de nos apresentarmos, como três, continuamos sendo quatro. Kakito nunca se ausentou de nós, ao contrário, ele vive e vive intensamente... Confiamos em Deus, na certeza de um reencontro. Assim vivemos caminhantes ... 



sábado, 4 de novembro de 2023

Curiosidades Paraibanas (*)

Antigo Pavilhão da Praia do Poço
"Cheguei por aqui pela primeira vez num ensolarado 31 de janeiro, no distante 1987. Diriam os que me conhecem ter sido uma paixão à primeira vista pela terrinha. Devo admitir que sim, pelo menos é o que vem demonstrando essa relação que já apagou 36 velinhas no verão que passou.

 

Fui me adaptando à culinária, aos costumes, às criaturas e principalmente à cultura. Bom demais viver por aqui. No balanço do “deixa a vida me levar” fui observando o jeito irônico de se pilotar a vida aqui nestas latitudes e fiz essa constatação ao observar o nome de alguns botequins. Permitam-me fazer algumas alusões a esses detalhes (nomes de botecos), haveria outros no bojo da minha assertiva dita linhas acima, mas me reservo ao direito de revelar só em uma próxima oportunidade, se esta houver. 

 

Bar do Mijo

Vamos lá. Nos meus primeiros dias por aqui, dando um giro lá pela Praia do Poço, encontrei o Bar do Mijo. Duvidei do que viam meus olhos, mas era a verdade. Acabei tendo que concordar; pois afinal, bar onde se vende muita cerveja, nada de anormal nesse batismo diurético que a princípio me surpreendeu. 

 

Mais à frente encontrei uma outra birosca cujo nome se referia à genitália feminina. Não ouso revelar nestas pudicas páginas de nossa tradicional gazeta o que li no letreiro daquele estabelecimento. 

 

Não bastasse, encontrei mais uns dois ou três praticando esse ineditismo ao nomear um bar, uma venda, com um nome esquisito e provocativo. 

 

Mas o que me chamou mesmo a atenção foram dois outros estabelecimentos ali na divisa das praias de Manaíra e Tambaú. Uma tristeza saber que não existem mais. Um ousado projeto de urbanização em nossa orla defenestrou a barraca do Pau Mole e sua contígua, a do Pau Duro. Uma delas, a primeira, soube que ainda sobreviveu por uns tempos em outro endereço, sem, no entanto, a mesma acepção e encanto daqueles tempos. 

 

Não pensem espíritos menores que esses dois últimos estabelecimentos citados façam alguma alusão à condição erétil de nossos varões. Nada disso. Essas marcas eram, na verdade, uma homenagem a representantes de nossa flora arbórea. Achei muito patriótica e ecológica a referida homenagem. 

 

Bar do Pau Mole
A barraca do Pau Duro fazia loas aos paus d’arcos, aroeiras, ipês, cabriúvas, sucupiras, angicos, perobas, jacarandás e ao nosso pau mais nobre, o brasil. Já a do Pau Mole, estava ali para lembrar com todas as referências ao tamboril, à araucária, à caixeta, à madeira de balsa e outros paus de mesmas características. Os habituês destes dois emblemáticos botequins, já estavam em sua maioria, fazendo hora extra no calendário; ou seja, com a certidão de nascimento vencida. Gente de alguma posição na sociedade local e com uma característica importante: não se misturavam! Quem frequentava uma barraca não frequentava a outra e vice-versa.

 

Mais alegres e extrovertidos eram os frequentadores da barraca que fazia reclames das gimnospermas, árvores que não desfolham durante as estações e têm crescimento mais rápido, são mais porosas e seus lenhos menos densos; ou seja, são mais moles esses paus. Servem para a fabricação de aglomerados, madeiras compensadas, engradados ou atribuições menos nobres nas edificações. 

 

Mais exibidos, mais cheios de si, vangloriando-se de uma suposta virtude erétil eram os que frequentam a barraca cujas madrinhas eram as angiospermas, aquelas árvores que perdem as folhas em certas épocas do ano, depois renascem e florescem. São madeiras mais densas, não são porosas, crescimento lento. São paus bem mais duros e de vasta aplicação na construção civil e movelaria. 

 

A supressão desses dois botequins deixou a cidade mais triste. Poderiam ter sido preservados, fico imaginando o cenho entristecido de nossos velhinhos que viram demolidas suas catedrais onde vinham praticar “suas rezas” nas manhãs de sábados e domingos. 

 

Era curioso ver os turistas que, entre o sorriso e a surpresa, paravam em frente aos dois botecos para fotografar as placas com suas respectivas marcas. Deviam se encantar com aquele tributo ecológico que só poderiam encontrar na cidade mais verde do país. Mas não se arriscavam a tomar umas e outras, nem em um nem em outro. Aquelas barracas eram dos nossos velhinhos, ou de um mocetão enxerido que eventualmente aparecesse por lá. Só deles".

(*) Luiz Augusto Paiva da Mata. 

quarta-feira, 1 de novembro de 2023

Oktoberfest 2011 em Munich.

Localizada ao sul da Alemanha, a milenar Munich é a maior cidade do Estado da Bavária e a terceira maior da Alemanha, depois de Berlim e Hamburgo, cidades que também já visitamos. Munich é também a mais popular do país.


Oktoberfest é a festa mais popular da Alemanha e uma das mais importantes do mundo. A cidade de Munich foi, onde começou este festival, que data de 1810. O festival nasceu durante o casamento do Príncipe Luis I da Baviera e Teresa da Saxônia e Hildburghausen. Milhões de visitantes se reúnem a cada ano na Praça Theresienwiesa (Prado de Teresa). O início das festividades começa oficialmente quando chegam os proprietários de cervejas escoltados por carroças de cavalos carregadas de barris de cerveja. É um espetáculo muito bonito.

Tivemos a oportunidade de conhecer a Octoberfest 2011 em Munique. Passamos três dias na cidade e participamos de algumas atividades.