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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

China

Beijing
A China se orgulha de ser uma das mais antigas cavilações unificadas do mundo. A cada ano cresce muito depressa o número de visitantes atraídos pelos mistérios da China. A Organização Mundial do Turismo prevê que, por volta de 2020, a China será o destino turístico mais concorrido do mundo.

Um dos nossos hobbies é viajar conhecendo novas culturas, atrações e eventos turísticas. Estivemos na China, visitando as cidades de Beijing (Pequim) – como os chineses gostam de chamar a cidade - Shanghai, Xi’an e Hong Kong. 

A partir desta postagem iremos descrever essas cidades visitadas. Recomendamos visitar a China.
Shanghai



Hong Kong

Xi´an

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Jontex reformula site com dicas para estimular casais

A Jontex relança seu portal para reforçar o posicionamento de que o preservativo pode servir para o estímulo do casal, além de prevenir doenças e controlar a natalidade. O site traz informações sobre os novos produtos, a história da marca e do sexo e dicas para a descoberta do erotismo a dois.

Uma das sessões trata sobre o Kama Sutra, que também é aproveitado em uma ação de ponto de venda. Cada embalagem da nova linha retrata um símbolo exclusivo que remete às posições mostradas no livro, como uma sugestão aos consumidores.

Outro braço da estratégia são os aplicativos desenvolvidos para o Facebook. Um deles, o Jontex Te Lembra, envia e-mails para o usuário que esquece datas comemorativas. Já o Jontex Cards encaminha cartões digitais com imagens sensuais e textos personalizados. Para os solteiros, o Combina Com ajuda os internautas a desvendarem quem de suas listas de amigos na rede combina com seu perfil.

Fonte: Mundo do Marketing.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Wills Leal relembra os carnavais de outrora

“João Pessoa é a cidade túmulo do carnaval”. A frase é dita pelo escritor Wills Leal enquanto, em sua memória, ecoam as marchinhas que embalavam os carnavais de outrora. “Na década de 1950, o carnaval pessoense atraía 60 mil pessoas quando a população ultrapassava pouco mais de 100 mil habitantes. Era uma festa de animação, com foco no Centro Histórico, onde se brincava com tranquilidade em pequenos blocos carnavalescos”.

Segundo Leal, que recebeu o título de cidadão pessoense ano passado, cerca de 40 pequenos blocos se encontravam para entoar as 'marchinhas do ano', que tocavam na grade de programação da Rádio Tabajara e nos gramofones da cidade: “Eram músicas de 95 anos atrás que ainda são cantadas até hoje”, conta o escritor. “Versos que fazem parte da cultura brasileira, que em nada pareciam com esta música de trio elétrico em que o que vale é a potência e o malabarismo sonoro, elementos que mascaram a identidade carnavalesca e que dão ao evento um caráter eminentemente comercial”, dispara.

Nostálgico, o também pesquisador de cinema diz guardar uma cópia em vídeo da eleição da primeira 'miss' das Virgens de Tambaú, bloco que comemorou, domingo passado, entre confetes e serpentinas na avenida Epitácio Pessoa, as bodas de prata de seus 25 anos.

Wills elogia os grandes blocos que atuam no 'Folia de Rua', como as Virgens, o Cafuçu e as Muriçocas do Miramar, mas critica a opção dos foliões por uma trilha sonora “que às vezes nem é ouvida”: “O carnaval de hoje é um carnaval de plástico que tem sido feito com desrespeito ao sono alheio, ao trânsito, à integridade física do cidadão e, mais ainda, aos equipamentos turísticos da cidade, já que bares e restaurantes fecham em pontos de circulação estratégicos”.

Colecionador de um vasto acervo fotográfico da época, Wills Leal lembra da tradição dos carnavais em clubes e em bairros da cidade: “Havia estas duas frentes: a do carnaval de clube, feito pelas classes mais abastadas, e a do carnaval mais popular, organizado em bairros como Cruz das Armas e Jaguaribe”.

As agora chamadas 'prévias carnavalescas' não fazem, na opinião de Wills Leal, jus ao termo que lhe foi cunhado: “Em realidade não há 'prévias', já que não há carnaval em João Pessoa. O 'Carnaval Tradição', infelizmente, não representa a cidade, apesar de ser uma prova de resistência e batalha de pessoas humildes que tentam soerguer elementos do carnaval marginalizados pela elite cultural, como a ala ursa, as escolas de samba, as tribos indígenas e os clubes de orquestra”.

A dicotomia criada em torno do 'Folia de Rua' e do 'Carnaval Tradição' expressa, para Wills Leal, o 'apartheid carnavalesco' de João Pessoa: “Enquanto a classe média e o Poder Público se centram no 'Folia de Rua', as classes mais desfavorecidas fazem seu 'Carnaval Tradição' com um desfile que, a cada ano, parece reunir mais gente desfilando que assistindo”, declara.
Examinando o preto e branco de fotos esmaecidas pelo tempo e registrando as faces de fantasiados anônimos, que já aposentaram o passo em velhos carnavais, Wills Leal lamenta: “Não parece haver mais espaço para o carnaval de antigamente”.

Fonte: Jornal da Paraíba.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Troça Mulher na Vara leva samba às ladeiras de Olinda

Foto: Tiago Silva/Especial para o NE10

Uma brincadeira entre amigos no Carnaval de Olinda, em 1993, deu origem a um dos blocos mais curiosos da folia na Cidade Alta: a Troça Carnavalesca Mista Mulher na Vara.
"A gente sempre brincava junto, seguindo os blocos. Um dia, uma torceu o pé, e então colocamos ela em cima da vara de pescar de um outro amigo nosso. Então o povo começou a gritar: 'Olha lá a mulher na vara", explica Carlos Porciúncula, presidente da troça.
De lá para cá, no sobe-e-desce das ladeiras, a cena se repete. Mulheres se equilibram e dançam em cima de uma vara de cerca de cinco metros de comprimento, que é sustentada por seis homens. A concentração, na manhã desta segunda (20), contou com mais de 300 pessoas, na Rua da Boa Hora, e depois mais de mil foliões rodaram.
Fonte: Do NE10. Com informações de Breno Pires

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Bloco Sacarolha

Na década de 50, Carlos Trigueiro (meu pai) e outros amigos fundaram em Patos (PB), o bloco Sacarolha. O bloco tinha cerca de 30 componentes e era acompanhado pelos músicos da banda municipal.

O Sacarolha saia nos domingos, segunda e terça-feira do carnaval a partir das 10h00 e encerra as atividades do dia por volta das 17h00. Desfilava pelas principais ruas da cidade. Tinha uma programação para cada dia, ou seja, alguns foliões do bloco recebiam seus componentes em suas casas, onde era servida muita bebida, preferencialmente, cervejas geladas e tira-gostos diversos. Era uma verdadeira confraternização entre amigos.

Entre os membros do bloco que eu me lembro: Ernany Sátyro, Francisco Soares, Napoleão Nóbrega, Olavo Nóbrega, José Gayoso, Paulo Gayoso, Mário e Alberto Trigueiro (meus irmãos mais velhos), Petrônio Lucena, Lindimar Medeiros, Beca Palmeira, Chico Bocão, Francisco Severiano Maia, Elpídio Portela, Sebastião Sátyro (porta estandarte), Francisco Mascarenhas, Edivaldo Motta, Valdenor Gonçalves, Souto Maior, Bah Araújo e muitos outros.




quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Mamãe só quer aparecer

Domingo de carnaval o bloco "Mamãe só quer aparecer" da minha sobrinha Tércia, cirurgiã dentista com clínicas em Recife e Olinda, desfilará pelas ladeiras de Olinda. O bloco sairá às 10hs acompanhado de uma orquestra de frevo. O nome do bloco é uma homenagem dos filhos de Tércia. Após o desfile Tércia e Toinho e filhos oferecerão uma suculenta feijoada aos participantes do bloco. Convite aceito. Estaremos lá!