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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Chamonix – França

Chamonix, aos pés do Mont Blanc – a maior montanha da Europa – é um dos lugares mais fascinantes do mundo, seja pela sua natureza, seja por sua história e importância no montanhismo, nos esportes de neve e no turismo; pelo charme e beleza da cidade… ou pelo seu centro de ski, que atrai esquiadores e snowboarders de todo o planeta, em busca de sua enorme quantidade de pistas para todos os níveis.
A região abriga a fronteira de 3 países, França, Itália e Suíça, isso a faz muito próxima de grandes cidades e seus aeroportos.
Estão instalados hotéis de todos os tipos e níveis, comércio de muitas lojas e boutiques – incluindo as griffes mais famosas do mundo, restaurantes para todos os bolsos, com comidinhas para mochileiros até ceias para gourmets 5 estrelas; passeios e trekkings às geleiras; o túnel do mont Blanc; e as pistas das cinco áreas que compõe o complexo, que são: Le Brevent, Le Flégère, Grands Montets, Les Houches e Le Tour/Balme.

Chamonix está a 88 km de Genebra / Suíça, a 220 km de Lyon / França e 171 km de Turin / Itália, três cidades que oferecem aeroportos grandes e servidos por voos regulares e frequentes, além de trens e ônibus.

Próxima e última parada dos nossas férias será em Paris.










sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Genebra – Suíça

A famosa neutralidade suíça, conquistada em 1815, transformou Genebra em um grande centro administrativo do humanitarismo. A cidade abriga mais de 200 organizações internacionais, como as sedes da ONU (Organização das Nações Unidas), da Cruz Vermelha e da OMC (Organização Mundial do Comércio).
E também concentra um sem-número de bancos mundialmente reconhecidos por garantirem sigilo absoluto das contas de seus correntistas. Mas a maior contribuição de Genebra para o mundo não reside exatamente em suas instituições, e sim no seu caráter multicultural, que flui em teatros, óperas, mais de 1.300 cafés e restaurantes de gastronomia requintada, além de 2 mil anos de história retratados em dezenas de museus.
Não à toa, 43% dos seus 185 mil habitantes são estrangeiros, que convivem em perfeita harmonia a despeito da variedade de idiomas, preferências gastronômicas e manifestações artísticas. Definitivamente, a neutralidade suíça não faz de Genebra uma cidade morna. É imparcial sim, mas cheia de personalidade.
A cidade e limpa, segura, transporte público de alta qualidade e gratuito para o turista é só mostrar o cartão do hotel que esta hospedado.
Principais atrações turísticas
O Musée de la Croix Rouge: conta a história das atividades da Cruz Vermelha, considerada a maior organização humanitária do mundo.

Centro Histórico: onde estão localizadas as antigas muralhas de Genebra, hoje demarcadas por ruas como o bulevar Emile Jacques Dalcroze, rue de la Croix Rouge e rue de la Madeleine, está o centro antigo da cidade, a Vieille Ville. Aqui estão não somente a catedral de Saint Pierre como várias belas casas enfileiradas ao longo de ruas apertadas. Pracinhas, lojas e um clima nostálgico dominam o cenário, como na animada Place du Bourg-de-Fours.

A Catedral St. Pierre: A igreja, erguida entre os séculos 12 e 13, é um indiscutível marco histórico. Foi ali que Calvino pregou a Reforma protestante denunciando os abusos do clero.

Horloge Fleurie: um relógio feito com mais de 6.500  flores, no topo do Jardim Inglês. Tem 16 metros de circunferência por 5 de diâmetro e constitui um dos mais importantes cartões-postais de Genebra.

A Victorinox Flagship Store de Genebra é uma loja-modelo da clássica marca de canivetes suíços.

O Jet d’Eau: é uma das fontes d'água mais conhecidas da Europa, lançando um jato de mais de 140 metros sobre o lago Leman.


Bucherer: é um dos endereços certos para compras de relógios. Todas as grandes marcas suíças estão em seus mostruários: TagHeuer, Swatch, Rolex, Patek Philippe e Tissot entre elas.


















terça-feira, 9 de setembro de 2014

Lisboa 2014

Raquel e ator José Abreu
Angela e Raquel programaram uma viagem à Lisboa com o objetivo de rever esta cidade linda e, principalmente, encontrar com Miguel, nosso sobrinho neto, filho de Gonçalo e Chrys.
Ladeada pelo lendário Rio Tejo, Lisboa tem telhados vermelhados e azulejos coloridos. Becos e ruelas guardam preciosidades de um rico passado.
Suas principais atrações turísticas são o Mosteiro dos Jerônimos, o Museu do Carmo, a Torre de Belém, o Calouse Gulbenkein, o Oceanário, o Museu do Design e da Moda e restaurantes e hotéis descolados.
A gastronomia portuguesa é uma das mais ricas do mundo. A oferta de restaurantes em Lisboa é variada: há desde as tabernas tradicionais da Alfama até restaurantes supermodernos do Parque das Nações e da Doca de Alcântara, as margens do Tejo. Recomendado provar os deliciosos queijos produzidos na Serra da Estrela.

Uma visita ao Bairro Alto, conhecido centro da vida boêmia, é uma pedida para o visitante. Não deixe de tomar a Ginjinha, um destilado que parece licor de cereja, e o Licor Beirão, de gosto adocicado.










terça-feira, 2 de setembro de 2014

Danúbio - Budapeste


Budapeste é, na verdade, a união de três cidades: Óbuda, a montanhosa Buda, ambas na margem oeste do Rio Danúbio e da plana Peste. Esta junção ocorreu em 1873.
A UNESCO tombou vários prédios com vista para o Danúbio localizados nas margens leste e oeste, como também na Avenida Andrassy. A cidade oferece aos turistas 223 museus e galerias, 237 monumentos, 35 teatros, 90 cinemas, duas casas de ópera, 12 salas de concerto (incluindo o conservatório de música do compositor húngaro Franz Liszt) construções imponentes, dezenas de igrejas e sinagogas, castelos, banhos terapêuticos, requintados restaurantes e passeios de barco pelo Danúbio.
As principais atrações são: O Castelo Real: Szent Gyorgy (situado em Buda) foi erguido no século 14. Destruído inúmeras vezes, serviu como estábulo e depósito de pólvora durante a ocupação turca. A última vez que veio abaixo foi durante a Segunda Guerra Mundial. O castelo que serviu de residência da coroa húngara por 700 anos foi reconstruído e hoje abriga um dos mais importantes acervos nacionais, como a Galeria Nacional, o Museu Histórico de Budapeste e a Biblioteca Nacional de Széchenyi, entre outros. Do alto do castelo, é possível ver Peste, na margem leste do Danúbio.
A poucos metros do Castelo Real, fica a Igreja de São Matias. A torre de pedra era usada para coroações e casamentos reais. A maior parte da igreja, construída entre os séculos 13 e 15 se perdeu após a invasão dos turcos que a transformaram numa mesquita. O atual edifício é uma reconstrução neogótica de 1874-96. O destaque é o telhado da igreja e uma das torres. Após a Segunda Guerra o templo passou por uma minuciosa reconstrução. Dentro da igreja é possível visitar os mausoléus do rei Bela III e de Ana de Châtillon, sua esposa.
Ainda no distrito é possível conhecer os subterrâneos do castelo, um emaranhado de túneis que ligam centenas de caves. O lugar serviu de esconderijo, base militar e local de batalhas. Dizem que durante a Segunda Guerra Mundial, um hospital foi improvisado ali para atender os feridos, já que era um dos poucos lugares seguros e protegidos da cidade.
Eu, Angela e Raquel visitamos essa cidade na década de 80.
A Hungria é famosa pelas suas termas. Na capital Budapeste existem vários locais próprios para banho, inclusive hospitais. O mais famoso fica no Hotel Gellért, que foi construído entre 1912/18.
O Parlamento é o maior edifício da Hungria e foi construído entre 1884 e 1902, com o projeto inspirado no parlamento de Londres. É no parlamento que fica exposta a coroa real. À noite, a iluminação o deixa ainda mais interessante. É melhor observar o prédio na margem contrária do rio Danúbio onde ele se encontra.
O Castelo Vajdahunyad é uma fabulosa construção cercada de árvores a beira de um lago. O castelo foi construído para uma data comemorativa na Hungria e representa a evolução arquitetônica do país, com partes em estilo românico, gótico, renascentista e barroco. No interior, funcionam museus e casas de souvenires
No final da Avenida Andrassy (uma das principais da Budapeste) fica a Praça dos Heróis. Um grande monumento erguido em homenagem aos heróis húngaros. Dois dos museus da cidade ficam em frente à praça. Também próximo dali fica o Zoológico de Budapeste, que oferece uma integração entre os visitantes e alguns animais.
Um pouco afastadas do centro de Budapeste ficam as ruínas romanas de Aquicum - um antigo quartel militar construído depois da chegada dos romanos à região, por volta do ano 100 d.C. quando os romanos chegaram à região.
A maior sinagoga da Europa tem lugar para quase três mil pessoas, sendo 1492 assentos para homens e 1472 para mulheres. A construção começou em 1854 e o projeto é de um arquiteto alemão chamado Ludwig Förster. O seu interior é ricamente decorado com mosaicos no chão, desenhos com símbolos dos 12 filhos de Jacó e das 12 tribos e lustres com a Estrela de Davi. O templo tem 53 metros de comprimento e 26 de largura. As duas torres, com 43 metros de altura podem ser vistas de longe. O complexo abriga ainda um museu com relíquias judaicas e fotografias do período nazista. Existem ainda dois memoriais aos judeus mortos durante o período. Uma espécie de cemitério apenas com lápides e uma árvore feita em metal que é uma homenagem aos 600 mil judeus húngaros mortos no Holocausto.

O pôr do sol na margem leste do rio Danúbio, na região onde fica a Ponte das Correntes (cartão postal da cidade) tendo como paisagem de fundo o Castelo Real, no distrito de Buda. É inesquecível.